Olá pessoinhas! Já ouviram falar de Paladins? Pois bem, falo daquele jogo mesmo, que assim como copiei o inicio do meu post em Overwatch, dizem que este jogo é basicamente um Ctrl + C e Ctrl + V dele. Mas... será que é realmente verdade? E excluindo isso, como um jogo num todo, é bom? Sejam bem-vindos ao terceiro Vale a Pena!

A tradicional visão épica de gameplay.

AVISO! Não possuo qualquer ligação ou parceria com os nomes citados aqui, a maioria deles foram citados puramente para agregar informação e enriquecer ainda mais o post.

Paladins é um FPS (Apesar de o jogo assumir a terceira pessoa em alguns momentos) com fortes elementos de MOBA desenvolvido pela Hi-Rez Studios, que foram responsáveis por outro jogo bem famoso por colocar diversos deuses de diferentes mitologias para brigarem em um único jogo, sim estou falando de Smite (Jogo que por sinal, vou citar muito neste post, e também até pretendo fazer um VP dele). Com o trailer temos uma visão mais sincera do jogo, pegando os gráficos in game mesmo, não apelando pros trailers cinemáticos como foram os de Smite ou de Overwatch (Apesar de que o trailer cinemático de ambos são simplesmente geniais).
Agora que a introdução já terminou, vamos a como o game funciona! O jogo possui alguns modos, sem grandes variedades entre eles (pelo menos até agora), então vou focar no que parece ser o modo principal (Ou pelo menos um dos mais jogados do game), o modo Cerco. As partidas são de 5x5, podendo escolher entre a biblioteca de personagens e classes do jogo para fazer diferentes funções, lembrando que os personagens não poderão ser repetidos na sua equipe, mas podendo aparecer um personagem que está sendo usado na sua equipe na equipe adversária (Bem parecido com o já citado Smite). No modo cerco, teremos um ponto decidido no meio do mapa, que poderá ser tomado tanto por sua equipe quanto por seus adversários, enquanto sua equipe estiver no ponto, a porcentagem da sua equipe vai subir, o mesmo com os seus oponentes, caso a porcentagem chegue a 100% em um dos lados, o ponto é tomado. Caso ambas as equipes estejam dentro do ponto, será iniciado uma espécie de disputa, onde o ponto não vai crescer em porcentagem em nenhum dos lados até que só reste uma equipe nele (Dominar o ponto concede 1 ponto para a equipe, lembrando que a partida acaba quanto uma das equipes chegar em 4 pontos).
Após a dominação do ponto, uma carga irá aparecer no mesmo lugar, e a equipe que conseguiu conquista-la, deve levar isto até a base inimiga, começando assim, uma espécie de adaptação do modo Cerco de Smite para um jogo de tiro, só que com uma carga no lugar de uma Jaganata Selvagem (E obviamente sem as torres, fênix e titã), caso o time que está levando a carga consiga chegar na base inimiga com ela, ganhará mais 1 ponto. Caso a equipe inimiga consiga deter a carga, eles recebem um ponto, porém, se estiverem com 3 pontos, isso não acontece (Provavelmente para evitar que times puro dano/flanco tenham vantagem na reta final). O procedimento vai se repetindo até um dos times chegar a 4 pontos, porém as partidas são mais rápidas do que aparentam, caso estendam um pouco, você vai estar muito entretido com a competitividade da coisa para pensar em tédio. Ah! Esqueci de avisar anteriormente, mas fica um breve aviso, Paladins é um jogo completamente focado no online, então, não dá para ter qualquer experiência offline com ele, mas diferente de Overwatch, você não precisa pagar nada além de sua internet e conta de luz para jogar o game. Lá no começo da postagem, eu tinha citado que ele tinha fortes elementos de MOBA, certo? Mas até então, parece só um jogo de tiro normal... é aí que entra uma das principais característica do jogo, os baralhos e as cartas! Antes mesmo da partida começar, é possível criar baralhos para seus personagens, e distribuir pontos para as cartas usadas como uma espécie de build reforçando algumas habilidades especificas do seu personagem, ou dando a ele algumas vantagens na partida. E dentro do jogo, terá cartas que vão ser compradas de forma situacionais para te ajudar, como por exemplo, uma carta que te faz recarregar as armas mais rápido, resistir mais a explosões, diminuir o tempo de carregamento de suas habilidades, e por aí vai.
Saindo dessa parte mais de gameplay, vamos a um dos pontos que admiro bastante neste jogo, o visual. Os gráficos do jogo levam uma parada um pouco mais cartoon para os cenários, porém não tão fantasioso, novamente, lembrando muito Smite no estilo gráfico, mas pegando bem mais em algo mais limpo e cômico, visto que Smite apela mais pro lado dark e épico. Mas além das texturas e modelagens um pouco mais nesse estilo, o meu ponto forte com Paladins é exatamente o character design, que é bem invejável. Apesar de termos alguns personagens meio clichês como o Viktor (Clichês, porém não ruins) temos personagens que até cheiram criatividade, como o amado personagem dano, o Rei Bomba, ou o suporte que mais funciona como flanco, o Pip, ou a suporte genia mais fofa do mundo, a Ying (Capa da postagem). Uma coisa que vale muito deixar avisado, é que diferente da Blizzard, a Hi-Rez não se importa nem um pouco em esconder suas personagens bem dotadas, e muito menos a contribuir quase que diretamente na rule 34 da internet (Mesmo que a Blizzard preze mais por uma traseira mais avantajadas e a Hi-Rez aposte bem mais em decotes estratégicos e peitos a medida... vocês entenderam onde eu quis chegar!).
Pegando o embalo da citação técnica do visual do game, o jogo também tem boas músicas, porém nada que grude na sua cabeça, como são as músicas do Smite por exemplo. Neste caso, no máximo você vai acabar cantarolando a música de menu por ser a que mais vai ouvir. As músicas tocam de maneira situacional nas partidas, assim como em Smite, porém, aqui ouvirá bem mais da música pelas partidas serem mais rápidas, e as condições para as músicas tocarem aparecerem bem mais fácil.

Paladins é uma cópia de Overwatch?
Você pode pular essa parte para o "Encerrando" caso não se importe com essa treta.
Pip está pronto para julgar comentários maldosos
Tá na hora de chutar cachorro morto. Isso mesmo, falar da treta que ninguém esquece, que sempre que alguém chegar e deixar o nome Paladins percorrer por aí, vai aparecer alguém para dizer que o mesmo é uma cópia de Overwatch, ou até uma versão dele para a classe trabalhadora. Mas! Vamos ver aqui algumas coisas sobre isso!

Antes de falar qualquer coisa, citarei aqui algumas coisinhas que podem sustentar bem minha opinião antes mesmo de saber da existência de tais citações. a primeira citação, está em um post no Reddit, o COO da Hi-Rez (Mais especificamente Todd Harris), basicamente mostrava uma linha do tempo ligando o desenvolvimento do Paladins aos antigos jogos da própria Hi-Rez: "Criamos quase todas as classes e habilidades de Paladins usando Global Agenda e Smite como nosso template." (Lembrando que por mais que muitos sites tivessem confirmado isso, ainda não fui capaz de encontrar um link para mostrar aqui).

Essa primeira citação será muito importante guardar na cabeça para alguns pontos que citarei mais a frente. A próxima vem de uma entrevista da IGN EUA com o próprio Todd Harris, você pode conferir ela inteira clicando no nome sublinhado, mas só colocarei a parte importante aqui: "Apesar de Overwatch ser um belo jogo, não serviu de inspiração para Paladins. O desenvolvimento de um jogo é um processo interativo com ideias que aparecem de projetos passados. Para o gênero de shooters com heróis, o jogo que merece mais crédito é Team Fortress 2. Lançamos um jogo de tiro baseado nas classes de TF2 chamado Global Agenda, em 2010. Paladins foi concebido como uma versão de fantasia de Global Agenda, e, das aproximadamente 85 habilidades de combate presentes atualmente em Paladins, a grande maioria veio desse jogo que fizemos há 10 anos.". Reforçando ainda mais a citação a anterior linha do tempo. 
Após a explosão que foi Overwatch já em seu lançamento, quase toda a atenção aos jogos de tiro estavam voltadas para ele, fazendo assim uma legião de fãs, e querendo ou não, de uma forma bem merecida. Acontece que um pouquinho após o jogo começar a dar uma leve esfriada, muitos youtubers e sites estavam falando de um novo jogo de tiro bonito com heróis tão carismáticos quanto o de Overwatch, e foi aí que o desgosto começou. Muitos levados pela influência quase cultural que a Blizzard tem em seus jogos, logo viu o game como uma cópia, e iam apontando QUALQUER COISA que viam no jogo como uma cópia a Overwatch, mesmo Paladins tendo sido lançado antes (Houveram até rumores de que Paladins mudou seus personagens após o sucesso de Over, mas... rumores são sempre rumores). Como se já não bastasse toda essa confusão, dentro do já citado youtube, crescia consideravelmente o número de vídeos sobre este jogo, porém, nem todos de uma forma positiva, pois começávamos a ver iniciativas mais tóxicas destes produtores sobre o jogo. Alguns canais como Damianizando começaram a divulgar o jogo aqui no Brasil (tanto que eu e muitos dos meus amigos conheceram o jogo depois do vídeo dele), o que realmente ajudou o game a ter forças. O próprio "Damênes" em um de seus vídeos satirizou a treta com uma brincadeira envolvendo o Fernando, onde ele dizia algo como: "Isso aí que vocês falam que o jogo é cópia de Overwatch, é muito mentira" e logo em seguida abria o escudo do Fernando e se calando para dar ênfase a piada. Até aí tudo bem, dava para ver como uma brincadeira mesmo, afinal, o próprio produz um conteúdo humorístico, onde algo pode ser satirizado a qualquer momento, é algo que você está preparado para ver já conhecendo o canal. Porém, nem todo mundo viu dessa forma, ao invés de manter uma postura leve e cômica, as pessoas logo começaram a atacar o jogo de maneira tóxica.
Um exemplo deste comportamento em vídeos, pode ser encontrado com facilidade por aí, como no canal do Davy Jones, o Gameplayrj. Onde em vários dos seus vídeos, mesmo com a tentativa de trazer o público do jogo para seu canal, acabava diminuindo os personagens e as features do jogo, chamando por seus equivalentes em Overwatch. E sendo um canal de influência como ele é, foi o suficiente para separar aqueles que viram isso como algo feio, a aqueles que já estavam acostumados a não criticar mais o youtuber, engolindo já tudo que ele dizia. Logo, chegamos ao ponto atual, onde qualquer habilidade que parecesse mesmo que de maneira abstrata com outra, já era cópia na visão de muitos. Ótimos exemplos disso, são os personagens Makoa e Fernando, frequentemente usados como desculpas fundamentais para a acusação de cópia. Fernando como já citado anteriormente, possui um escudo que o impede de atacar, além de um dash para frente, muito similar ao que o Reinhardt usa em Over, porém, pelo próprio modelo do personagem, movimentação e até arma, qualquer um que já tenha explorado bem o jogo Smite, ou pelo menos já tenha tentado usar o personagem Ares, vai notar que o Fernando não passa de uma adaptação dele para um jogo de tiro (Tanto que o Fernando até possui uma skin de Ares no Paladins). O próximo provavelmente você vai acabar rindo. Mas o que as pessoas apontam no Makoa, é sua habilidade com a âncora, que é capaz de puxar o oponente para si, deixando ele paralisado por um tempo, muito semelhante ao Roadhog, certo? Até seria, se o Makoa não gritasse "Get over here!" quando usa aquilo. "Nossa, um personagem que atira uma coisa acorrentada e grita a frase do Scorpion de MK... será que é uma referência a Mortal Kombat? Nha! Com certeza é uma cópia de Overwatch". Se você conseguiu ter esse pensamento. Está na hora de você ir se tratar... tipo, agora.
Obviamente as comparações não param por aí, existe pessoas comparando o Viktor e suas habilidades hiper copiadas de over, as incríveis habilidades de CORRER e JOGAR UMA GRANADA! Pois um jogo de tiro não pode ter isso já que a Blizzard fez algo do tipo em um personagem do jogo dela. Acha que acabou? Existem pessoas chamando a Maeve de Guenji por ela ter duplo pulo, e conseguiram assimilar duas adagas sem carregamento com as Shurikens do Guenji... tipo, caras, vão se tratar, eu to falando sério mesmo. Procurem na farmácia dois remédios, o primeiro para combater a febre do fanboy, e a segunda para estimular a opinião própria, pois este mundo está precisando mais disso. Felizmente, este assunto vem sendo desmentido, apesar de ainda estar vivo como verdade no coração de alguns. Mais felizmente ainda, é só a parte babaca da fan base de Overwatch que pensa com unhas e dentes dessa forma, então, o mundo ainda tem salvação! Além disso, no já citado ninho da discórdia do Youtube, existem até mesmo canais que desmentem esse tipo de coisa, um exemplo bem atual que além de fazer diversas gameplays não desmerecidas do game, ainda faz vídeos sobre esse tipo de pensamento apontando as características de vários personagens, é o canal de ninguém mais ninguém menos que o streamer Serious Jogador, o TV Serious (Existem outros, mas se eu citar todos eu me sentiria o rei da propaganda, e isso não é legal).

Encerrando
Ufa! Essa postagem foi longa, e acredite ou não, foram três dias consecutivos para isso. 

-Have fun! -You Rock! -You Rock! -Yes!
Para quem procura um jogo gratuito e divertido que pode lhe proporcionar horas, dias, ou quem sabe um vida de gameplays. Possui um gameplay divertido, e mesmo no começo, tendo uma boa variedade de personagens (No momento em que essa postagem foi criada, há 23 personagens jogáveis, e este número obviamente vai crescer). Além de bonito o jogo consegue rodar em diferentes tipos de computadores, mesmo eles não sendo tão potentes assim. Já possuindo uma alpha fechada para os consoles, logo entrando para consoles de mesa caso seu PC seja tão horrível quanto o meu. Mesmo com suas diversas semelhanças com Overwatch, acaba que muito provavelmente ambos vieram de uma inspiração quase cópia de Team Fortress 2 (Você concordando com isso ou não, o jogo é sim bom o suficiente para que isso seja verdade), e mesmo assim, ambos possuem suas características próprias e podem ser igualmente aproveitados sem qualquer discriminação ou desmerecimento. Caso tenha se interessado, fica aqui o site do jogo para download!


Pessoinhas, foi isso, espero que tenham gostado deste postagem e do game, esta foi a maior postagem da história deste blog, mas mesmo assim, a qualidade dela ficou surpreendente! Se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre essa coisa, deixa ai nos comentários! Mas e aí, o que vocês acham? conhecem algum jogo que acham que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Paladins[Vale a Pena? #3]

Posted by Xandy1608

Olá pessoinhas! Que saudades de terminar um joguinho e sair com aquela sensação de "Ai meu Deus, eu tenho que fazer postagem sobre isso!", mas agora finalmente essa sensação voltou a meu ser, e com o jogo The Gray Garden, que é o novo alvo de recomendações hoje, então dá um play na musiquinha e vamos ao post!


The Gray Garden é um RPG indie que te fará shippar Deus com o Diabo, feito por Deep-sea Prisioner (Ou Mogeko), que sim, antes cite isso, é realmente o mesmo criador de Mogeko Castle, outro jogo que vive instalado nos "Mais vistos da semana" do blog, é até um pouco assustador na verdade... enfim.
A história do jogo é um tanto difícil de dizer sem spoilar tudo, o que você precisa saber, é que neste mundo, controlaremos a personagem Yosafire, uma demônio que vive em um mundo de paz onde demônios e anjos andam lado a lado sem nenhum tipo de preconceito ou rivalidade, e é no meio dessa vidinha bonita e pacífica que o jogo começa, mas pode ficar calmo, o jogo caminha sim para acontecimentos maiores... eu diria até maiores de mais. Bom, vamos a um fator que provavelmente será minha única reclamação sobre o jogo, a sua montagem. No inicio, eu estava achando o game chato para caramba, com todo aquele mar de inimigos fáceis e sem graça, com mapas enormes, até eu perceber que eu poderia ter ignorado 90% dos inimigos que eu poderia aproveitar bem melhor o jogo, fora também que muito facilmente se pegará pensando quando raios aquela trilha enorme de mapas vai acabar, então fica a dica, lute apenas um pouco, quando aparecer algum inimigo novo, derrote uns dois ou três e segue a vida ignorando o resto daqueles, é sério. O jogo vai sempre te avisar de uma forma ou de outra quando uma batalha mais acentuada for acontecer, então terá sempre tempo de se preparar, fora que o jogo é bem fácil.
Apesar de eu ter dito que falar muito da história pode ser um spoiler ferrado, eu já adianto  que o desenrolar dessa história é algo que provavelmente vai te deixar muito satisfeito. O jogo sabe bem te entregar algo legal, o  time cômico do game é ótimo, é bem o que esperar do criador de Mogeko Castle, certeza que dará boas risadas com o jogo, mesmo que nem todas as piadas acabe te agradando, afinal, humor é algo bem pessoal. Além da história, cada personagem é simplesmente um amorzinho, mesmo os ruins, você vai ver que são bem criativos e legais, mesmo que não goste do comportamento deles, vai conseguir facilmente perceber que eles são personagens bons, o que em muito jogo de RPG Maker, principalmente os de RPG mais raízes é bem raro de acontecer, o que é até um pouco estranho como de inicio mesmo o jogo te deixa até preocupado com os personagens de vez em quando, coisa que só pode ser sinal de que o game conseguiu te fazer simpatizar com alguém.
Bom, saindo agora dessa parte mais de história, desenvolvimento e personagens. Vamos as partes mais técnicas. The Gray Garden é um jogo bonito, isso é fato, mesmo com a limitação de cores do RPG Maker 2000 o jogo é bem colorido, o Pixel Art é muito bem feito, apesar de simples de vez em quando, você não terá problemas para identificar alguma coisa, fora que, quando eles necessitam de algo um pouco acima da média, eles conseguem sem penar tanto. Já as músicas não fazem feio, apesar de algumas vezes ficaram um pouquinho mal encaixadas, mas na maioria das vezes, entregam bem o proposto, minha única decepção pelas músicas desse jogo, foi realmente a música de batalha normal, que mais parece um tema de castelo vazio, mas... isso é detalhe.

Apenas finalizando, The Gray Garden é um ótimo jogo, se você procura algo pra passar o tempo, ou até pra dedicar um tempinho e explorar mais a fundo, com certeza eu te recomendaria este aqui. Se curtiu o já postado Mogeko Castle, esse jogo com  certeza vai te agradar, fora também as várias menções a Mogeko dentro de The Gray Garden. Vale lembrar que apesar do visual do jogo ser bonitinho, ele possui algumas cenas meio violentas e com uso até um pouco desnecessário de sangue (Apesar de algumas vezes serem mais por comédia mesmo). Mas se não tem problemas com isso, vai na fé, te dou certeza, o que te espera é bom!


Bom pessoal, é isso, espero que tenham gostado de mais este jogo de RPG Maker, se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre o jogo, deixa ai nos comentários! Mas e então, o que vocês acham? conhecem algum game que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa aí nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

The Gray Garden[PT-BR]

Posted by Xandy1608
Olá povinho! Feliz natal mais que atrasadinho! DJAN está de volta, e realmente, foi este mito que me fez querer fazer uma postagem na mesma hora em que eu terminei de assistir, a segunda parte de Kizumonogatari. Se acomoda ai e prepare-se para ler minhas sinceras opiniões.
Yeeeeeey!~

Lembrando que para ler essa postagem, é muito recomendado que tenha lido a postagem sobre Bakemonogatari e sobre Kizumonogatari Part 1: Tekketsu-hen, ou pelo menos, tenha um conhecimento próprio por simplesmente ter assistido todo Monogatari Series até o que está mostrado hoje. Vale lembrar também que detalhes técnicos sobre música e animação, não vou falar aqui, pois está tudo muito bem explicado na postagem da parte 1, junto com toda minha opinião sobre... bom, vamos lá!


É meus amigos, a Shaft ataca novamente, parece que eles realmente sabem a importância que o anime tem para seu estúdio, e não tem vergonha alguma disso! Um dos meus maiores medos sobre esse filme, era ele decair muito em relação ao primeiro, que mesmo não mostrando muito da história, foi realmente muito bom, mas fui surpreendido para o que agora está no meu Top 1 em quesitos filmes de animação (não só as japonesas).
Vamos direto para o assunto que todos queríamos ver, a história de Kizu em desenvolvimento. O que deixou algumas pessoas meio desanimadas com a primeira parte (mais especificamente os fãs mornos ou as pessoas que começaram a ver a obra pelo filme), foi a "falta de um plot" capaz de te prender, o que não é muito raro no começo de uma saga em Monogatari, um bom exemplo disso é o começo de Bakemonogatari e até mesmo o vangloriado Second Season. Deixando citações de lado, este segundo filme abusou muito da coisa acontecendo, basicamente nós temos um elemento que não vemos nunca em Monogatari sendo explorado, lutas, sim, você não leu errado, eu disse, lutas. Basicamente, em busca das partes de sua mestra, Araragi recebe a missão de isolar três caçadores de vampiros para derrota-los e dessa forma recuperar as partes. O problema é que esses caçadores consistem em Dramaturgie (O cara com os braços de lâmina), Episode (O cara badass da cruz gigante) e Guillotinecutter (O cara aparentemente normal), esses três juntos conseguiram desmembrar uma das personagens mais fortes de toda a série, ainda incapacitando ela, a deixando a beira da morte (iniciando assim o primeiro filme) e como ela não tem mais o poder para derrotar eles, Araragi, um humano recém transformado, terá que lidar com profissionais que já matam vampiros como se não fossem nada.
O tempo das lutas é bem decente, bem mais do que eu esperava na verdade, você tem a sensação de que elas acabaram rápido, mas no grosso elas realmente duraram (principalmente se considerar que o material original é uma visual novel, e não um mangá), mesmo com essa "velocidade", as lutas conseguem sim empolgar, e mesmo você sabendo que o principal pode se curar, dá para sentir na pele toda a tensão do momento, isso nas duas lutas que são mostradas no filme. O mais legal disso tudo, é ver como o nosso principal que sempre vive uma vida normal e mesmo em temporadas que seriam a frente disso vive ganhando na conversa tem que achar uma maneira de derrotar esses gigantes. As formas são realmente convincentes, eu tiraria um pouco do crédito da terceira "luta", que me pareceu muito seca para ser realmente aquilo, não vou me aprofundar para evitar spoilers, mas eu realmente acredito que isso será melhor explicado no próximo filme, já que o segundo acaba com um gancho logo nessa luta com uma frase épica do Oshino Meme (Só pra variar, né?).
Saindo um pouco das partes de luta, o filme retrata bem melhor a relação dos personagens apresentados, além de mostrar a nossa querida Shinobu em diversas formas diferentes na versão Kizu (acho que só falta a normal com todos os membros). Mas claro, eu não esqueci de falar, o prêmio vai para a relação de Araragi com Hanekawa, sério, uma coisa que deixou muita gente, inclusive eu meio incomodado no começo do anime, era aquela paixão doentia que ele tinha por essa personagem, e por mais que tivesse explicações, elas não eram tão boas assim, então ficavam mais parecidas com desculpas do que explicações verídicas (Claro que com o  tempo você simpatizava com a personagem e esquecia disso, mas não é esse o ponto). Aqui temos um motivo mais do que convincente para tudo isso, já no primeiro, temos o fato de que ela é a primeira amiga do principal, ai já é um ponto para ele gostar dela, mas em Nekketsu-hen, você consegue mesmo entender da onde surgiu isso, eles botaram os dois em cenas ótimas, algumas mais sérias e outras descontraídas, a sérias realmente empolgavam, e as descontraídas foram simplesmente geniais, sério, bem no estilão de Monogatari mesmo, algumas coisas parecem meio randômicas, o que pode incomodar alguns, mas esse humor funcionou muito bem comigo.
Só para finalizar, vamos para o inimigo de muita gente com Monogatari Series. Como é que ficou o ecchi nesse filme? Bom, na parte um, não tivemos um ecchi muito acentuado, o que foi bem compensado nesse, temos um ecchi bem humorístico aqui, sério, é mais no sentido de nonsense mesmo, então não é tão clichê e pode acabar funcionando pra você, mesmo se não curtir esse tipo de coisa. Enfim, outro diferencial, é que dessa vez, não pouparam muito os personagens masculinos dessa zona, eu até brinquei no facebook postando uma imagem do Araragi tirando a camisa com a seguinte legenda: "É muita seduzencia em um elenco só. Você hétero lendo isso, cuidado pra não virar bi depois dessa :v", no grosso foi um diferencial divertido, que tivemos realmente os dois lados da moeda e sem ser muito chato/ forçado, sempre mantendo aquele ar artístico de Monogatari mesmo em cenas que deveriam ser eróticas (se acha que isso é impossível dá uma olhada em Heavy Rain).

Nas notas gerais do My Anime List, no momento em que estou postando isso, Kizumonogatari Nekketsu-hen possui uma nota de 8.82, ainda maior que a do primeiro filme, reforçando ainda mais o que eu disse acima, eu realmente acho que esse é um daqueles animes que merecia um 9+ no MAL, porém temos alguns usuários (normalmente que não entendem muito da série ou em casos mais restritos fazem por haterismo mesmo) que deram notas baixas pro anime de forma bem injusta, é só olhar num geral das reviews, onde temos uma chuva de notas 10 e um gato pingado dando 4- (Claro, pode ser só a opinião deles, mas ainda não li uma review que me convencesse disso).

O tal do 4 solitário.

Sim, de novo essas músicas, desculpe, elas são muito boas! XD

Bom, só encerrando mesmo, a segunda parte continua com uma animação de cair o queixo, tudo bem fluído, com uma direção linda. A história tá bem mais cativante a este ponto da história, mas confirma muito uma teoria que eu tinha... se você quer começar a acompanhar Monogatari Series, esse NÃO é o começo recomendado, Kizumonogatari por mais que seja o inicio de tudo, depende muito de uma pré introdução e uma simpatia maior com certos personagens, que são dadas nas outras séries adaptadas, mesmo que tente ver ele antes, muitas cenas vão te deixar confuso ou não vão ter impacto nenhum, como teria em um fã da série (Parece que a Shaft acertou no seu complexo de Zelda). Enfim... mas por hora é isso, espero que tenham curtido esse DJAN, gostaram? Conhecem algum anime que acham que vale a pena ser postado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

No meio da volta de Crash, depois de Final Fantasy XV e toda a repercussão do trailer de The Last of Us 2, sai um jogo um tanto quanto tímido a meio deles, sem muito destaque, aparecendo na categoria de jogos gratuitos da PSN, com um simbolo de uma caveirinha excêntrica andando de skate cujo o nome é Let it Die, vendo essa bizarrice, na hora eu corri pra baixar e ver do que se tratava, e meus amigos... Esse jogo rendeu um post pro meu eu apagado, então se prepara!  

Esse jogo não é pra qualquer um.

Este jogo contém conteúdo inapropriado para menores de 18 (Dezoito) anos, pois o mesmo apresenta sangue e violência, temas sexuais, nudismo, linguagem pesada e uso explícito de drogas. Dito isso, saiba sua posição sobre ler isso ou não.

Dado o aviso para meu blog não rodar sem motivos, com trailer rodando para terem uma ideia da coisa toda, vamos ao post! Let it Die é um jogo Hack'n Slash com elementos de Roguelike desenvolvido pela Grasshopper Manufacture. A história do jogo se passa no ano de 2026, onde vemos um planeta que foi assolado por um distúrbio tectônico que ficou conhecido como Fúria da Terra, e no "centro do mundo", nasceu deste incidente, uma ilha do sul de Tóquio, onde sem explicação aparente, cresceu a Torre de Barbs, uma torre misteriosa que por meios de boatos ficou conhecida como uma torre mística mais próxima de Deus do que qualquer coisa, onde no topo dela, um tesouro inestimável esperaria aquele que conseguisse passar por toda torre, e é aqui que o jogo começa. 
O jogo começa de uma forma bem convidativa para seu nome, temos um tutorial bem simples que vai te ensinar boa parte do que vai precisar saber para seguir na torre, isso ainda com algumas cenas muito legais, apresentando uma coisa que vai te espantar quando lembrar que isso é um jogo online: Personagens bons. No jogo nós temos os lutadores, que são os corpos que usamos no jogo, o que nos representam, mas não vai achando que ficará com o mesmo pra sempre e só vai trocar quando mudar de conta, não é bem assim não, caso você morra com um lutador, ele passará a vagar no andar onde morreu com ele, e ficará como um inimigo superpoderoso, onde para recuperar seu corpo e utiliza-lo novamente, deverá derrotá-lo e retornar para o lobby, mas é claro que a personalidade deles não é nada forte, afinal, são bonecos que não falam, mas além deles, vem nossos destaques. Nós temos alguns companheiros que vão nos ajudar de diversas formas dentro do jogo, mas aquele que se destaca e vira o queridinho da galera assim que aparece, é o Tio Morte, sim o cara da capa, a caveirinha excêntrica andando de skate, que fica nos atormentando no tutorial e dando aqueles sustos com sua voz saindo do controle quando fazemos alguma morte épica. É bem difícil falar sobre os personagens sem estragar a surpresa, mas pode ter certeza que vai acabar gostando de algum ali no meio do grupinho principal.
Saindo do arco de história e personagens, vamos a delícia que faz este jogo ser o que é, o gameplay. Let it Die não vai te desapontar nisso, o seu objetivo é simples, subir a torre, os comandos são fáceis de pegar, dificilmente terá dificuldades com ele, e se tiver, provavelmente será por ter os controles de outro roguelike na cabeça, mas isso obviamente não será culpa do game. Cada andar possui um esquema diferente, ficando mais difícil conforme passa, podendo massacrar os desavisados sem dó (criando assim essa faminha que anda crescendo lentamente sobre o jogo dizendo que ele é uma mescla de Dark Souls com Silent Hill), nos andaremos temos cogumelos gerados aleatoriamente, onde seus efeitos mudam de acordo com o cogumelo, maletas com drops aleatórios, indo desde dinheiro, roupas, armas e alimentos. Fora tudo isso temos os inimigos, que é onde entra a parte interessante do jogo, nos andares nós temos a composição padrão dos inimigos, onde vão aparecer inimigos de acordo com o andar, alguns separadamente, outros em hordas, alguns sem armas e outros totalmente equipados, mas tome cuidado ao morrer para eles, pois seu antigo lutador se tonará um inimigo também até que volte para derrotá-lo, mas não se preocupe, se é habilidoso o suficiente para nunca gerar um desses por conta própria, o jogo vai lhe proporcionar chars de mortes geradas por outros jogadores, então a "noobisse" dos outros será a sua dor também, e como se não bastasse, nós temos um sistema de caça, onde um jogador pode mandar um de seus lutadores ir para a base de outro jogador atacar, semelhante as invasões de Dark Souls, caso a invasão seja um sucesso, o invasor ganhará seu loot e dinheiro carregado por seu char na morte, mas não se preocupe, se você for atacado, você pode atacar, mas nada garante que isso será um sucesso. Além dos cogumelos, loots e inimigos, ainda temos animais em cada andar, eles podem ser capturados dependendo da nossa agilidade, e podem ser comidos crú ou assados para nos dar bônus que se mostram muito importantes em uma run. Só para fechar, este é um game que para quem tem estômago e paciência, renderá muitas horas de jogo, mostrando toda sua vasta coleção de armas, seus colecionáveis quase inacabáveis e grandes possibilidades de novos lutadores, isso tudo junto de um gameplay fácil de prender que mesmo parecendo repetitivo no começo, te fará ver o jogo de uma forma totalmente diferente a cada morte, te fazendo evoluir e gostar cada vez mais disso, levando bem a lógica Dark Souls de "Morrendo e Aprendendo". Traduzindo, vale muito a pena!


Bom pessoal, acho que é isso, espero que tenham gostado deste post e do game, se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre essa coisa, deixa ai nos comentários! Aliás, me desculpem a falta de pontualidade que venho tendo com vocês, estou passando por templos complicados, acabo de terminar a escola e tenho que me reorganizar  totalmente, o que acaba tirando meu tempo para todas as outras coisas que normalmente faço. Mas e então, o que vocês acham? conhecem algum jogo que acham que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Let it Die [Vale a Pena? #2]

Posted by Xandy1608

Olá pessoinhas, finalmente, um jogo indie bom! E é essa belezura que venho apresentar para vocês, o frustrante Khimera! Então dê uma play para entrar no clima, e vamos para o post!


Khimera: Destroy All Monster Girls é um jogo de plataforma e beat-em-up desenvolvido pela Suits & Sandals, ele é um jogo que não te prende muito a diálogos, funcionando com um mapa estilo Mario World, porém te dando mais liberdade para selecionar as fases numa ordem que lhe convêm mais, as fases possuem diferentes desafios e inimigos, cheios de chefes estranhos e referências a outros jogos e animes.
O jogo gira entorno de Chelsia, a primeira menina monstro sintética do mundo, sendo misturada com muitas coisas, desde um humano, um oni, uma harpia e até mesmo um golem. Chelsia se vê em uma situação complicada, onde a ilha onde ela mora é atacada por piratas comandados por várias meninas monstros, e quando isso acontece, nada é melhor do que sair na porrada, não é mesmo? A premissa do jogo é ridiculamente simples, até meio boba e sem noção, mas funciona, depois que jogamos a primeira fase do jogo, percebemos que não importa a história ser a melhor do mundo, pois vamos estar ocupados de mais nos divertindo com o jogo para nos importar com isso. Este game pega muito da essência de jogos plataforma antigos, como Megaman e outros títulos famosos. 
As fases do game são muito bem feitas e bem desafiadoras, todas elas com uma temática diferente, mas é ai que vem um ponto importante sobre a coisa toda. Esse jogo é MUITO DIFÍCIL! Ele começa simplesmente fácil, com aquele primeiro level ridículo de fácil onde dá pra passar sem levar um único dano, até que nos vemos na tela de seleção das outras fases, e nos vemos em uma situação onde não conseguimos mais passar de nenhuma outra. É necessário muita paciência e força de vontade para passar de alguns pontos desse jogo, o que pode desanimar algumas pessoas, mas para aqueles que conseguem, é simplesmente uma delícia de sensação ao terminar qualquer fase. Apesar do jogo ser bem padrão, ele se mantem vivo muito bem, tem muitos coletáveis, segredos, formas alternativas para passar de alguns leveis, roupas e braços diferentes para utilizar durante o game, tudo isso com todo o estilão próprio e charmoso do jogo.
Uma das coisas que pode parecer estranho no começo, são os gráficos do jogo, pois a paleta de cores que eles usaram é bem diferente do padrão, porém os sprites são muito bem feitos, digo isso pois eu sou pixel artist, sei bem o parto que é para fazer essas coisinhas, e fizeram isso muito bem no jogo. Optaram por um estilo sem contorno, acredito que foi a melhor opção que puderam fazer. O character design é de fato estranho, e dizer meio novamente seria pegar leve, esse seria um ponto no qual as pessoas se distanciariam, mas para os otakus de plantão acostumados com os One Piece da vida, não vão estranhar nem um pouco essas coisas que podem aparecer no jogo.
Fora a parte gráfica, a trilha sonora do jogo é divina, as músicas são muito viciantes, é realmente muito legal ouvir elas, mesmo fora do jogo, tudo combina muito bem, fora elas darem aquele clima de jogo antigo também.

Se você gosta de jogos um pouco mais complicados, e procura algo para passar o tempo, ou para testar suas habilidades gamers, está mais que recomendado, Khimera: Destroy All Monster Girls é um ótimo jogo. Você pode adquirir o jogo gratuitamente na steam.


É isso pessoal, espero que tenham gostado de mais este fantabuloso joguete que venho trazendo para vocês! E vocês? conhecem algum jogo que acham que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Olá povinho! Enquanto os desenvolvedores indies dormem nas profundezas dos maus tempos de criação, e as comunidades makers se reerguem, eu estive muito carente de jogos, então acabei pulando para outro barco, o barco dos mangás, e dele, venho trazer a primeira recomendação para mangá do nosso Do Jogo Ao Novo, e pois é, estou falando da minha surpresa da semana, Citrus!

No momento em que estou fazendo essa postagem, Citrus continua em lançamento, então caso eu diga alguma informação ou erro que já foi resolvido futuramente, por favor me perdoem. Normalmente eu espero a obra terminar para recomendar aqui, mas como mangás não tem uma data certa, eu decidi fazer isso logo, fora que, esse mangá realmente merece. Enfim, chega de enrolar, bota uma musiquinha legal e vem comigo!

Como é um mangá, sem trailer e OST de anime, paciência.

Citrus é um mangá que contam com os gêneros drama, romance, escolar e yuri (Calma, lê primeiro e manifesta depois), foi publicado pela primeira vez em 17 de novembro de 2012 na Comic Yuri Hime, foi desenhada e escrita por ninguém mais ninguém menos que Saburouta, que já trabalhou em outros mangás como Yuri Hime Wildrose e Choukyou Kareshi, apesar de suas outras obras serem relativamente satisfatórias de acordo com seu público alvo, foi com Citrus que a coisa ficou séria, onde estava pra nascer finalmente um mangá Yuri bem conceituado, mas você me pergunta... "como assim bem conceituado?". É fácil responder, pelo menos de todas as outras obras yuri que já vi anteriormente, principalmente por volta de 2012, que era pra quando eu estava mais na vontade com isso, eu tive a impressão de que todas as obras Yuri, ou eram superficiais e chatas, ou eram um corredor de pegação onde tudo era desculpa pra ter duas garotas se beijando, e dependendo da obra, indo mais longe (já que o gênero só precisa disso para existir, mas não é bem assim para ser bom).
A história de Citrus gira em torno de Aihara Yuzu, que sempre viveu sua vida como uma menina normal e ridiculamente vaidosa, que nunca namorou ou beijou em toda sua vida, porém estava determinada para mudar isso em sua adolescência. Yuzu então se vê indo para uma escola feminina, onde seus senhos de arrumar um namorado vão por água abaixo e para piorar, se vê em uma complicada situação, pela escola ser muito rígida, não permitindo maquiagens, celulares, acessórios adicionais ou alterações no uniformes. Dentro dessa escola, Yuzu encontra Aihara Mei, a nossa próxima personagem principal, que é totalmente fria e rígida com as regras da escola (e ainda toma o cargo de conselho estudantil), o que acabou não gerando uma primeira impressão muito boa, e é ai que a história começa. A premissa de Citrus pode parecer meio boba, mas isso realmente é, por ser um mangá de colegial, é normal que seja o mais próximo da realidade possível, mas não deixem isso te enganar, a linha de acontecimentos de Citrus é magnífica, e com certeza irá se surpreender com ela pelo menos uma vez!
Vale ressaltar que a história e os acontecimentos de Citrus são bem pesados, tanto que em muitos sites este mangá é reconhecido por ter conteúdo adulto, apesar de não ser um hentai (Existe uma linha entre mangás com conteúdo adulto não apelativo e os mangás hentai, você pode conferir isso com mais calma no My Anime List, onde há uma lista completinha separando cada coisinha no seu lugar).
Para mim, é impossível citar esse mangá sem falar de desenvolvimento de personagens, principalmente da personagem principal, uma coisa que eu privei de vocês na resenha deste mangá eu irie falar agora. Durante alguns acontecimentos no primeiro capítulo ainda, Yuzu acaba tendo algumas discussões com Mei, onde a provocando, Yuzu puxa um assunto antigo sobre ela ter beijado um professor, onde para calar a menina, Mei beija Yuzu repentinamente, onde vemos que a coisa realmente vai começar, onde dentro dos pensamentos de Yuzu, o beijo que a garota selou nela a provocou uma reação excitante (É, nesse sentido ai mesmo). Essa foi uma das sacadas que mais me deixou curioso por ter lido o primeiro capítulo, normalmente, obras do tipo não se preocupam em  explicar como as personagens ficaram daquela forma, o que as levou a fazer tais atos, já em Citrus, acompanhamos a coisa mais confusa que pode acontecer com uma garota normal, a transição para o "lesbissismo" (essa palavra existe?), e eles não nos poupam detalhes, vemos todos os pensamentos da Yuzu, onde nem ela está entendendo direito como aquilo tá acontecendo, mas ainda sim, a situação convence, o que sempre valorizei, em qualquer obra, e nessa não seria diferente. Bom, saindo um pouco dessa parte, mas ainda sim continuando no desenvolvimento de personagens, esse mangá não deixa a desejar em um termo mais geral, você sente mudanças nos personagens, e mesmo assim, não fica algo muito forçado, é genial a forma que foi colocada a relação das duas de forma tão humana, normalmente quando um mangá do tipo sai, você espera que ou seja algo totalmente puro, o use seja algo totalmente depravado, afinal, eles precisam de um público alvo certo pra isso, mas em Citrus não, não existe um padrão, num geral você vê sim uma relação mais pura de personagens, da mesma forma que acaba presenciando situações bem mais carnais e primitivas (Ser humano é meio complexo as vezes ;3;). Além de situações e desenvolvimentos, contamos com um elenco de personagens muito carismáticos... e a Matsuri... mas fora ela, é impossível você não se importar pelo menos um pouco com as personagens dessa obra, principalmente as principais, que dão um show de presença toda vez que aparecem num quadradinho novo.
Para mim, é importante um mangá ter um bom visual, uma arte legal para acompanhar a leitura, e posso dizer que este mandou MUITO bem nisso, o design dos personagens são ótimos, nada é muito exagerado, é tudo bem humano como deveria, tanto que uma das personagens mais diferentes de todo o mangá é a própria Yuzu, que é uma gyaru revoltada com a vida (você vê que a coisa é completa quando tem explicação até pro design dos personagens), em Citrus terá uma chuva de artes lindas, capas cada vez mais bem desenhadas e detalhadinhas, e cenas muito expressivas com um ar artístico genial, acredito que não tenha muito o que reclamar sobre isso (Claro, acontece alguns erros de vez em quando, mas isso é beeem raro).Voltando um pouco para a parte do plot e falando mais por cima, apesar da história de Citrus ser relativamente séria, ele não perde tempo para fazer piadas nas mais diversas vezes, e temos situações realmente muito engraçadas, fora também que como já foi citado, a história deste mangá toma alguns caminhos bem inesperados, o que faz dessa obra, bem curiosa para se ver, mesmo quem não é muito ligado ou não curte conteúdo envolvendo relações entre o mesmo sexo, seja por se sentir desconfortável com isso, ou por não curtir mesmo, é legal dar ao menos uma conferida em Citrus, eu mesmo estranhei de cara, mas fiquei com o queixo no chão quando vi do que realmente se tratava, que não era só uma desculpa para ter meninas se pegando em preto e branco com imagens grandonas, que não seria algo pra ler e dormir na hora de tão chato, de descobrir que realmente tinha algo ali.


Para finalizar, Citrus possui uma nota de 8.07 (No momento em que essa postagem está sendo feita), o que para um mangá dentro do MAL, é uma nota muito boa, isso sem contar que dentro do gênero yuri, é um mangá bem conceituado, tendo uma das maiores nota dentre eles (ou era a maior, não me lembro direito agora). Não sei bem o poder que esse mangá tem no Brasil, mas lá fora vem tendo um espaço bem legal, e se continuar com a mesma qualidade, ou se pá, melhorando, essa será uma obra a ser lembrada a vida toda, e com certeza valerá a pena a espera e paciência de leitura de todos!

Bom pessoal, acho que é isso, espero que tenham gostado desse DJAN, curtiram mesmo? Conhecem algum anime ou mangá que acham que vale a pena ser mencionado aqui? Deixa aí nos comentários que eu dou uma olhadinha, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Citrus[Do Jogo ao Novo #6]

Posted by Xandy1608

What's Up People?
VOLTEEEEEEEEEEEEI
DEPOIS DE 2 SÉCULOS, EU ACHEI ALGO PRA ESCREVER SOBRE.
Hoje, Steins;Gate, aquele anime dorgas para caramba que é dorgado, ah, já falei que é dorgado?
Bem, lá vamos nós!
Abertura: Hacking to the Gate

Eu achei que Steins;Gate seria mais um daqueles animes: "assiste, é ótimo, assiste", ai quando vou assistir é uma merda, mas não (Acho que foi a primeira recomendação que não foi falha).
Steins;Gate fala sobre viagem temporal, é bem viajado mesmo (Piada BOSTA)
No inicio, o protagonista, Rintarō Okabe OU Okarin tu tu ruuu parece aquele tipo de cientista louco... MAD SCIENTIST , ai você imagina: ah, o cara deve ter um superultamegafucking laboratório pica das galáxias... Ele vive e trabalha num apartamento de 5ª alugado; ai você pensa: ah, mas ele deve ser inteligente pra caramba, deve ter feito várias experiencias já...  Não... não e não.
Ok, superando isso, ele cria algo! Ele modifica o seu microondas e faz... uma máquina de gelatina?
MAS olha só, a máquina de gelatina te enganou, enganou seu pai e sua mãe também, na  verdade ela é uma espiã do governo, socorro máquina do tempo, o sistema é o seguinte: Ele conectou o celular ao microondas, e quando ele manda uma mensagem para o microondas, a mensagem vai para o passado, com isso, ele consegue evitar a morte de um personagem, e ai começa o anime, basicamente.

"Ai q binito"

AAAAAAAAAH, quase me esqueci da SERN, a organização do mal, o nosso protagonista louco acha que uma organização está atrás dele e do grupo dele, mas isso vocês vão ver no anime, sem spoilers.
Ah, e é dorgado.
No decorrer do anime, você entra na história, é tão legal a ideia de tempo e como ele afeta o futuro, tudo vai indo bem no anime, até certa parte... Opa, meu relógio parou.
Revelações mais bombásticas que em power rangers, envolvendo tudo; futuro, passado, batata, gelatina.
Temos também a Mayuri, a personagem mais kawaii disso, meu deus do céu berg, tu tu ru 
A Daru, o "super hacker" que é o típico taradasso    ( ͡° ͜ʖ ͡°)
A ruiva que arrasa quarteirões aqui e no futuro, Makise Kurisu casa comigu ;=;
E esse é o "elenco" principal, fora o Okabe, claro.
Todos do laboratório, até o fim do anime.

Acho que chega de falar por aqui, tem muita chance de eu acabar dando spoiler, então, assista esse anime, é um ótimo anime pra viajar legal ver, é isso.
O anime foi baseado em um jogo, uma visual novel, mas eu nunca joguei então não realmente posso fazer uma postagem sobre ele, mas ele está na steam e qualquer dia eu compro pra fazer algo pra vocês sobre.
Desligando, El Psy Congroo.

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Olá povinho! Já ouviram falar de Overwatch? Não sabem se vale a pena vender a alma, a casa e todos os pertences pra suprir o dinheiro necessário para comprar o jogo? Que tal darmos uma avaliadinha rápida pra saber se esse jogo vale a apena ou não? Sejam bem-vindos ao primeiro Vale a Pena!

Esse trailer é fantástico~

Se você ainda não conhece a Blizzard, a desenvolvedora deste jogo, ou até mesmo, conhecia ela mas por algum motivo ainda não conhecia Overwatch, ou só ouviu falar mas se privou de qualquer informação sobre, deve ter se surpreendido com esse trailer, apesar de longo para ser um trailer, ele prende totalmente sua atenção, mostrando um pouquinho dos personagens e explicando melhor sobre a própria Overwatch, mas bem, vamos por partes.
Como já citado, Overwatch é um jogo desenvolvido pela Blizzard, sendo um jogo de tiro em primeira pessoa totalmente online, focando em confrontos de 6x6 onde podemos escolher entre muitos personagens de diversas classes e distintas habilidades, como por exemplo: Reaper, Genji, Pharah, Tracer, Hanzo, Mercy, Lúcio, D.Va, Winston e muitos outros. Apesar do game possuir uma história, que pode ser conferida através de curtas no canal oficial do Youtube do game (O mesmo canal deste trailer, se quiserem conferir, tudo está dublado bonitinho assim como este que usei no post), ele é mais focado em um gameplay online, onde você deve enfrentar outros jogadores com uma equipe de seis personagens, podendo alternar entre eles durante o jogo, criando uma infinidade de estratégias pro game. Bom, antes de nos aprofundar, vamos citar aqui algumas coisas.

O jogo possui 4 "classes" diferentes:

Ofensivos


Heróis fortes que estão sempre na linha de frente, mais focados em rushar o jogo todo, apesar de serem simples na teoria, quase não existe jogo sem eles. A maioria dos personagens mais conhecidos do jogo residem aqui.
Componentes: Genji, McCREE, Pharah, Reaper, Soldado: 76 e Tracer. 

Defensivos


Normalmente são eles que ficam nos fundos das batalhas, nos locais difíceis de entrar, morrem mais rápido, porém fazem um estrago enorme, necessitando de uma estratégia maior do que o comum, se comparado com os ofensivos. Também são peças essenciais para o time.
Componentes: Bastion, Hanzo, Junkrat, Mei, Torbjorn e Widowmaker.

Tanques


Daqui vem alguns dos mais temidos personagens durante uma partida, no qual jogar com eles deve ser igual a estar preparado a ser o foco de todo mundo quando aparecer na frente. Os tanques que tomam a linha de frente para defender até a morte e acabar com seus oponentes, aliás, é aqui que reside minha personagem favorita, também a capa deste post, a D.Va.
Componentes: D.Va, Reinhardt, Roadhog, Winston e Zarya.

Suportes


Aqui é onde residem todos os 50 a 50, que toda a equipe ama, e todo adversário odeia, donos da raiva alheia, que intensificam ainda mais todos seus companheiros, fortalecendo o time de forma insana.
Componentes: Ana, Lúcio, Mercy, Symmetra, Zenyatta.

Se você quer mais detalhes sobre esses personagens, confira AQUI, ou veja seus respectivos trailers no canal de Youtube do jogo. Dito sobre as classes e os personagens, vamos a uma visão de como o game funciona e o que eu pude perceber do que eu joguei nele até então.

O medo de alguns, é comprar o jogo e enjoar rapidamente dele, ainda mais sendo um jogo online, onde as chances de não aprendermos a jogar e servir apenas de saco de pancadas é grande. Pois bem, quando comecei a jogar, tive a impressão de que o jogo não ia durar muito pra mim, estava jogando de Genji, com derrota atrás de derrota. Eis que eu decidi jogar de D.Va muito na brincadeira, e comecei a jogar relativamente bem, até que meu interesse pelo jogo foi crescendo, e eu passei o dia todo jogando. Mas claro, varia de pessoa pra pessoa. No meu caso, achei o jogo muito viciante, a um nível preocupante, é realmente necessário uma certa moderação na hora de jogar, caso contrário, não fará mais nada da sua vida todo o dia que quiser jogar, mas com essas jogatinas, com certeza vai perder o gosto pelo jogo por alguns dias, mas ele tem alguma maldição que vai te fazer voltar sempre que possível. E pode ter certeza que você vai voltar, e o ciclo vai ser feito de novo.
A forma que o jogo funciona, é genial, na teoria é tudo muito simples, mas mesmo assim ele não decepciona. Existem modos de jogo alternativo para mudar um pouco. Cada personagem tem um charme próprio, e mudar de char dá até a impressão de que está jogando algo totalmente diferente de tão diversificados que os personagens são. Apesar do game ser apenas online, ele tem um bom conteúdo para jogar durante muito tempo, fora que ele está aberto para atualizações da própria Blizzard, infelizmente, o preço dele ainda pode desanimar alguns, já que no PC irá pedir muito da sua máquina, e em um PS4 da vida pedirá que assine a Plus sempre que for jogar, o que pode pesar um pouco no cartão do jogador. Mas se realmente tem os requisitos de algum dos lados para jogar, vai em frente. Overwatch, vale a pena!
Bom pessoal, é isso, espero que tenham gostado deste jogo, mesmo não sendo um indie, achei legal abrir uma série de postagens a parte um pouco mais rara sobre o assunto, se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre o jogo, deixa ai nos comentários! Mas e então, o que vocês acham? conhecem algum jogo que acham que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Overwatch [Vale a Pena? #1]

Posted by Xandy1608

Jogo em Destaque!

Paladins[Vale a Pena? #3]

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