Olá pessoinhas! Hoje terminei de ler uma coisa que necessitou de um certo desabafo, um fenômeno bizarro de amor e ódio coexistentes. Por isso, decidi expressar o que amo e o que odeio em Girls of the Wild's. Venho avisar, que não haverá musica no fim do post, apenas no inicio mesmo, pois vou reservar a parte final para spoilers do final e o que achei deles (Não se preocupe, irei avisar quando o momento chegar). De qualquer forma, dá play ai na música e vamos a review.




Girls of the Wild's é um manhwa escrito por Hun e desenhado por Hye-Jin. A obra conta com os gêneros: Ação, comédia, drama, artes marciais (isso é um gênero!?), romance, escolar e harém. A história segue o ponto de vista de Song Jae-Gu, um jovem de vida sofrida que sofreu bullying a vida toda, além de ter sido forçado a crescer muito cedo para tomar conta de seus irmãos mais novos por causa da ausência de seus pais. Por ser uma escola próxima e ele atender os requisitos para tal, Jae-Gu passa a frequentar a escola Wild's, uma famosa escola feminina focada em artes marciais que recentemente se tornou uma escola mista. Okay, até ai parece uma história genérica de harém, o que na real, me deu uma certa esfriada no hype quando soube que se tratava disso, mas ainda vou chegar lá.
Por mais clichê e idiota que pareça a ideia de GotW, somos surpreendidos por uma leitura muito dinâmica e apresentação de personagens no minimo interessantes (requisito básico pra uma obra do gênero). Mais ou menos pro cap 10, nos vemos em uma situação onde fica praticamente impossível parar de ler (Não foi só comigo, muitas reviews que achei pelo MAL diziam o mesmo, até as que tiveram uma nota final baixa). Começamos introduzidos a todo o universo e a saga da competição Wild's, que mostra um potencial bizarro na obra. Logo aí, veremos todo o desenvolvimento do personagens principal, com uma carga dramática ótima, além do melhor, que é a ação. Toda a ação de Girls of the Wild's é bizarra de boa, basicamente a obra trata de pessoas normais, então não há realmente super poderes ou coisas exageradas, no máximo terá algum oponente mais pesado que algum dos principais ou especializado em uma arte marcial difícil de lidar, o que afunda a obra num certo realismo, por mais sem graça que possa parecer para algumas pessoas o lance de sem poderes, GotW trabalha isso muito bem, adoro como as lutas são hiper empolgantes, cada soco tem seu significado, você sente o impacto das coisas, é tudo muito expressivo e preciso e o melhor de tudo, eles não tiveram medo de mostrar toda a natureza do esporte. Uma coisa normal de obras que tem muitas garotas num mundo hostil ou em um plot que exija luta, vemos um certo medo dos autores de ferir as garotas de maneiras especificas, então sempre veremos elas sendo acertadas em pontos específicos que não afetariam em sua beleza, ou pulariam a luta dela o máximo possível para vermos só que ela ganhou ou perdeu (É bem normal em obras do gênero elas serem basicamente intocáveis de tão fortes para não serem machucadas), mas em Girls of the Wild's, você vê o negócio real, as garotas lutando de verdade, deixando bem explícito que o "Selvagem" no título é real, elas não perdem tempo e os autores não tem medo de deformar a cara delas por mais bonita que ela seja, tirando toda aquela sensação de segurança que as obras normais passam pra esse tipo de personagem, e isso é louvável.
Saindo um pouco da parte de ação, os personagens são bem fáceis de gostar, no começo terá alguns deles de escanteio, mas conforme vai lendo, os personagens vão ser cada vez mais bem encaixados na história, forçando algo mais humano e crível a cada capítulo, te deixando sempre mais a vontade, mesmo perto de personagens que anteriormente você nem se quer gostava, coisa que muita obra peca de maneira absurda, pode ter certeza, que aqui funcionou perfeitamente. Como se não fosse o suficiente, os capítulos sempre dão um jeito de encerrar da forma mais escrota possível com você, nas sagas principais, é praticamente impossível não ter vontade de ler o próximo capítulo imediatamente, fazendo você ficar triste por GofW ter apenas 260 capítulos, sendo que antes de começar, você já tinha olhado para este número como algo negativo (pelo menos, no meu caso). E pra fechar as partes impossíveis de melhorar, temos toda a crítica social envolvida na obra, é bizarro. Ela tá sempre tratando de algo muito sério com uma maestria do caramba, é bem difícil você não levar o que está acontecendo a sério, eles mandaram muito bem colocando tudo em ação de maneira que faça sentido e que não ficasse forçado, tá aí um ponto que eu acredito que tenham mandado hiper bem. Só com isso, já deve ter dado pra perceber, que é impossível se arrepender de dar uma chance pra essa obra, e eu realmente digo isso, eu RECOMENDO, mas lembra do que eu disse antes? Não seria uma relação de amor e ódio se o ódio não existisse, então... chegou a hora dele.
Girls of the Wild's é dividido no que o autor chama de "duas temporadas", onde a primeira é mais focada na parte antes das férias escolares, o que eu considero uma das melhores coisas que eu já li na minha vida, facilmente. Obvio que há todo um uso de clichês, mas ele é bem explorado e leva pra um canto legal da história, além de que não é sempre que você consegue prever a obra, fazendo essa jogada de clichês uma roleta russa de emoções bem interessante. O problema está na segunda temporada, onde acontece a partir das férias, onde aparentemente, o chefão da escrita decidiu esmagar nosso coração como fãs sem dó nem piedade, com o que gosto de chamar de "A Temida Temporada do Romance", não me entenda errado, se você me acompanha a um tempo considerável, provavelmente sabe que se eu fosse separar meus favoritos por gêneros, o gênero romance seria meu gênero mais recheado, pois eu realmente adoro. Mas, falando assim, o que faz essa parte de romance de Girls of the Wild's tão podre? Bom, vamos lá... Lembrando, que a partir daqui, haverá SPOILERS MUITO PESADOS sobre o FINAL de Girls of the Wild's, você foi avisado.


---
---

Certo, de agora em diante, irei levar em conta que você tenha lido todo Girls of the Wild's, pois aqui irei citar diversos acontecimentos diretamente, o que COM CERTEZA estragaria a experiência de alguém que não leu ainda, então... agora sim, vamos lá. O que me deixa muito bravo quanto a essa temporada de romance, não é nem a falta da genial dose de ação que nos acompanhava por toda a obra, mas o que ferrou mesmo, foi a falta de consideração com os fãs que a obra se tornou. Começando por aquela parte da praia, que era só pra ser um insert clichê que temos em praticamente toda obra escolar, o que eu já tinha achado meio merda por existir, mas eu levei em conta o que foi apresentado até então e calei a boca, aceitando aquilo. O problema, é que aí já estava rolando o lance da Dal Dal VS a Rainha. Não sei se perceberam ao longo do manhwa, mas basicamente, era "A garota que investiu a obra inteira no protagonista e verdadeiramente ama ele e demostra isso a todo momento" VS "A menina da capa", entende onde eu quero chegar? Eu torci pra Dal Dal a porcaria do negócio INTEIRO, e a obra tava esfregando na nossa cara que ela era perfeita pra ele e tudo mais, até desenvolverem uma paixão repentina bizarra do Jae-Gu pela Rainha, tudo bem se parar pra pensar que os sentimentos da Rainha também são tão reais quanto os da Dal Dal, mas até então, ela nunca sequer tinha expressado isso por conta própria, a obra fez isso de uma maneira tão covarde, que me pareceu uma disputa muito injusta. Mas tudo bem, por mais raiva que eu tenha ficado quanto a escolha do protagonista, isso não era exatamente um defeito, era frustração minha como um fã que confiou o coração nas mãos de uma obra que até então, estava amando. Mas não para por aí, tudo bem ele ficar com a Rainha, ela não é uma personagem ruim no fim das contas, ATÉ ELES INVENTAREM DE BOTAR O CARA PRA CHUTAR AS DUAS! Tipo, é sério?! Tá zoando com a minha cara!? Não, eles não tão, isso é REAL! Nessa altura eu já tava tipo "Ferrou, não sei mais o que esperar", do nada o negócio ficou bizarramente realista e eu basicamente tinha aceitado que ele não ficaria com nenhuma das duas, até chegar aquela mini saga da Dal Dal sendo sequestrada. Aí eu fiquei: "Não, eles não vão fazer isso, eles não podem fazer isso... AH, ELES FIZERAM ISSO!", a saga em si foi bem legal e bem tensa, a parte de ação também foi bem insana, mas após isso além de matar totalmente minhas esperanças quanto a minhas apostas de casal, a obra fez questão de deixar tudo mais confuso pro leitor botando uma maçaroca de gente se resolvendo do nada, até tudo finalmente ir pro encontro do Jae-Gu com a Rainha, pra realmente nos dar a entender que ele vai voltar com ela, mas nãããooo, não pode ser tão fácil, tá achando que vai ser assim? Bora inventar uma desculpa escrota pra deixar os fãs sofrendo mais um pouquinho até o cap final chegar. Aí ficou tudo se esticando desnecessário naqueles balões intermináveis do principal se remoendo e a obra jogando na sua cara que ele é escroto (O que não é necessário ser um gênio pra ter percebido isso, falo por tudo que GotW apresentou até então). Mas aí você pensa: "Ué tudo bem, eles podem terminar legal ainda". Pois é, eles podem dar um final bonitinho com a rainha, certo? Pena que é aquele final HIPER ABERTO! Eles nem tiveram a coragem de dar um beijo pro final, e ainda deixaram a relação de inúmeros personagens secundários em aberto, fora eles terem esquecido de mostrar alguns personagens antes de terminar, e muitos desses, personagens que eu gostava. Eu realmente tive a impressão de que desanimaram bem hard na hora de fazer a segunda temporada, e acabaram dando uma descontada bem básica nos fãs, não é possível, nem falo por ter romance, mas sim como tudo foi desenvolvido cara. O final foi merecedor das críticas negativas de pessoas que alegam AMAR a obra mas mesmo assim deram uma nota hiper baixa no MAL, realmente me deixa surpreso ele neste momento está com 7.83 no My Anime List, o que é uma nota bem alta cara. No mais é bem isso mesmo, minha nota pra ele no MAL acredito que deva ficar entre 8 e 10, apesar de realmente querer abaixar pra números negativos por causa da segunda parte, mas eu realmente não acho justo, visto como a primeira temporada é boa. Bem, desculpa, sem aquelas despedidas enormes, boa sorte se for ler, espero que tenha gostado, até o próximo post~


You See!~
Olá pessoinhas! Saudades dos indies do blog? Pois bem, podem ficar animados, pois eu acabo de encontrar o que provavelmente é a melhor fan game de Megaman já feita até hoje, como o título já entrega, estou falando de Mega Maker!

E esse trailer, tá como? "Pistola".

Mega Maker é um jogo criador originalmente por WreckingPrograms, porém, ao passar do tempo conseguiu recrutar uma ótima equipe, cada um tendo um destaque bem interessante em diferentes áreas do jogo, nos proporcionando essa delícia de jogo.
Acho que só por bater o olho já deve ter dado para perceber, mas Mega Maker é um jogo inspirado nos jogos clássicos da franquia Megaman, lhe permitindo criar fases como as dos jogos originais da Capcom dando na nossa mão uma gama enorme de possibilidades (algumas delas, até adições própria do Mega Maker), caso seja mais inteirado no mundo dos games, deve ter percebido também que a proposta do jogo é bem parecida com o Mario Maker da Nintendo, mas ambos acabam tendo features bem únicas, tirando esse olhar de mesmice. O jogo possuí um servidor online, te permitindo fazer o upload de sua fase para que outras pessoas no mundo todo joguem, fora que você mesmo pode jogar as fases delas! Existem diversos filtros no game, você pode procurar fases por nomes, ver nos rankings de melhores fases, de piores fases, ou até mesmo deixar com que o jogo escolha uma fase aleatoriamente para você! Claro, neste meio, temos ótimas e péssimas fases, mas os criadores tiveram a genial ideia de adicionar um botão de "Não gostei", para impedir que fases ruins ganhem um destaque absurdo unicamente por ser difícil, como acontece em peso em Mario Maker.
O editor de fases é bem preciso, eu não tive problemas algum para criar as fases que fiz, além de proporcionar um tamanho absurdo pras fases caso queira (Mas caso use mais telas do que necessário e saia enchendo todas elas de tranqueiras, seu PC vai sofrer com um lag, obviamente). O jogo não só te dá uma gama de tiles e inimigos enormes pra usar, como também possui diversos fundos, podendo ser utilizados mais de um em uma mesma fase, dividindo por telas (note que nessa imagem, existe um pontilhado branco, é possível colocar um background diferente para cada lado desse pontilhado). Fora isso, é possível escolher entre músicas icônicas de Megaman para usar nas fases, não sendo forçado a ouvir uma música pré setada por cada background como Mario Maker faz, o que te dá um ânimo bem maior pra enfrentar a criação de fases, podendo ficar tranquilo sabendo que não vai precisar ouvir a mesma música um bilhão de vezes (É interessante citar, que caso adicione um boss a sua fase, você pode mudar a música de chefe também, além de poder setar suas fraquezas, como era no original).
O gameplay é bizarramente fiel ao original, caso já tenha jogado os clássicos, não vai ter problemas pra jogar, e pode até se animar com algum conteúdo em especifico do jogo. Mesmo que não seja uma pessoa muito criativa para sair fazendo fases igual um louco, ainda é um jogo recomendadíssimo, afinal, fases é o que não falta neste jogo! Já perdi um dia inteiro passando por fases ótimas criadas pelos usuários, desde criação próprias a conversões de outras fases de outros jogos para Megaman (procurando mais a fundo, dá pra ver até demakes de fases de Megamans posteriores, como os do X), as possibilidades são infinitas! 

Bom, pra finalizar, se você é um daqueles que ama Megaman, só vai cara, isso vai ser uma diversão ótima pra você! Além do jogo ser bem leve e otimizado, permitindo rodar até em computadores mais modestos como o meu. Aliás, se quiserem dar uma olhada nas fases que fiz, basta procurar pelo nome de uma dessas no search do jogo, eles permitirão que olhem no meu perfil para mais fases caso joguem alguma delas.

Pessoalmente, eu prefiro a "Rush is Your Best Friend"

Bom pessoal, é isso, espero que tenham gostado de mais este jogo indie! Se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre o jogo, não precisa ficar com vergonha, escreve aí nos comentários! Mas e então, o que vocês acham? conhecem algum game que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Comente que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Mega Maker[ENG]

Posted by Xandy1608
Caras, vocês não fazem ideia de como eu estava esperando por este dia... sejam bem-vindo ao terceiro e último DJAN sobre Kizumonogatari! Estou com as memórias fresquinhas, assisti hoje mesmo, então... dá uma acalmada e prepare-se pra ler minhas opiniões!
Yeeeeeey!~

Lembrando que para ler essa postagem, é muito recomendado que tenha lido a postagem sobre Bakemonogatari, sobre Kizumonogatari Part 1: Tekketsu-hen e sobre Kizumonogatari Part 2: Nekketsu-hen ou pelo menos, tenha um conhecimento próprio por simplesmente ter assistido todo Monogatari Series até o que está mostrado hoje. Lembrando novamente, detalhes técnicos já foram mencionados na parte 1 e o que sobrou na 2, então pularemos para o que interessa.


O Kizumonogatari se manteve bizarramente bom do primeiro ao segundo filme, e por melhor que isso seja, o medo do terceiro estragar tudo ainda existia (mesmo que pouco), mas nossa, a Shaft se superou, claro que o roubo já tinha sido feito no material original abusivamente bom, mas uma adaptação a altura não é uma coisa para todos. Como se a animação dos anteriores já não fosse boa o 
bastante, eles deram um jeito de melhorar, sim, MELHORAR. A desgraça dos dois primeiros filmes por mais que causassem estranheza por seu visual diferente de personagens e uso de CG nos fundos ao invés de fundos a mão como eram de costume na série, tudo era muito fluído e cumpria bem seu papel, gerando cenas lindas desnecessariamente. Mas como esta parte contamos com a luta final de Kizumonogatari (como dá a perceber no trailer), temos uma animação mais que fluída por um tempo ENORME, tipo, é todo naquele jeito exagerado, e como ambos são imortais, eles até usam comédia no meio, mas é uns lances realmente épicos que seriam impossíveis em um anime que não Monogatari (O que é irônico, visto que Monogatari não é uma obra feita pra ter lutas), mas parando de babar pra animação de Kizu pela milésima vez, eu tenho umas notas sobre a história (sem dar spoilers da série principal, porém logo pelo trailer somos sujeitos a spoilers dos Kizus anteriores, obviamente por esta ser uma sequência direta). Achei incrível todo e fechamento mórbido da história.
O ponto forte de Monogatari sempre foram as histórias contadas, afinal, como o próprio nome sugere, Monogatari é uma história que conta histórias (Novamente falando, a tradução literal de Monogatari é história). Todo aquela clima mostrando o quão frágil é toda essa trama principal deu um toque magnífico, o filme fechou com uma melancolia romântica que eu tinha certeza que deixariam de lado, mas não, eles não desapontaram, e fizeram o insert majestosamente.
Além do final em si, certos personagens tiveram um brilho ótimo. Oshino Meme foi um deles. Se você assistiu todas as temporadas de Monogatari e de alguma forma desconhecida pela humanidade ainda não gostava dele, acho que essa será sua ultima chance de gostar (ou não, ele pode aparecer de novo em outra temporada,  vai saber). Além dele tivemos um fechamento em destaque da Kiss-shot, vulgo Waifu de 90% da fandom, um destaque bem triste como é de se esperar pela história proposta, só me surpreendeu eles revelarem tão cedo cronologicamente coisas que só fomos descobrir na ordem de lançamento muito depois do que deveríamos. Nosso terceiro destaque vai para o galã definitivo, Araragi Koyomi, eu sinceramente amei de mais como eles interpretaram ele no Kizu, de forma mais galã, mas sem deixar aquele lado meio covarde e desesperado para ajudar, que o personagem sempre apresentou. De todas as interpretações que fizeram dele até agora, achei essa a mais crível perto do universo proposto, eu realmente espero que isso influencie as temporadas posteriores. 
Ah! Uma coisa que eu PRECISO avisar pra vocês caso ainda não tenham assistido, é para terem certeza que vão estar sozinhos quando assistirem isso, esta parte possui umas cenas meio hentai (não, não é hentai, mas são bem pesadinhas se comparadas com as anteriores), principalmente sobre o relacionamento do Koyomi com a Hanekawa, decidiram dar uma leve apimentada, pobre garota. 
Uma coisa que eu tava sentindo uma leve falta por não estando tão satisfeito com isso nos filmes anteriores, era a falta de simbolismos muito hardcores que o anime tinha (certeza que quando eu rever os anteriores vou pegar um monte de simbolismos e dar com a cara no chão, mas tá beleza), muito simbolismo foi usado aqui, explicando diversos detalhes da história, o que me deixou meio pasmo, foi eles até mesmo explicarem indiretamente o motivo da existência das telas vermelhas e pretas que tanto fizeram a fama de Monogatari, quando eu vi aquilo fiquei tipo: "AAAAHHH! É POR ISSO!", um deles foram até meio óbvios por já terem usado anteriormente (Ainda no Bake, se não me engano).

Novamente, vamos as notas gerais do My Anime List, no momento em que estou postando isso, Kizumonogatari Reiketsu-hen possui uma nota de 8.80, levemente menor que a do segundo filme quando tinha feito a postagem, mas atualmente a nota do segundo filme caiu para 8.76, fazendo deste o filme com maior nota dentre os Kizumonogatari, Novamente realmente acho que esse é um daqueles animes que merecia um 9+ no My Anime List, porém há sempre os lendários 4 espalhados por aí, e alguns que realmente preferiram os anteriores e abaixaram as notas, e assim vai. Obviamente, gosto é gosto, mas minha nota pessoal se quiser saber, seria algo entre 11/10.

Essa música <3

Bom, pra dar aquela encerrada, a animação teve um pico muito bom nas lutas, o fechamento da história foi ótimo, e deu um fim para muitas dúvidas das temporadas posteriores (cronologicamente falando), a direção continua ótima como as dos anteriores, mesmo não sendo um anime pra iniciantes em Monogatari, ainda vale a pena a experiência.No mais, é isso! Espero que tenham curtido esse DJAN, gostaram? Conhecem algum anime que acham que vale a pena ser postado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~
Olá pessoinhas! Me desculpem a falta de postagens, aquela de sempre... sem computador, criatividade tinha ido pra baixo e todo aquele ritual que se repete de tempos em tempos por aqui... ao invés de gastar a paciência de vocês com mais desculpas, vamos logo a postagem! Dessa vez, venho falar meu Top 5 (Obviamente pessoal) de animes de comédia, bom, vamos lá!
Olá pessoinhas! Já ouviram falar de Paladins? Pois bem, falo daquele jogo mesmo, que assim como copiei o inicio do meu post em Overwatch, dizem que este jogo é basicamente um Ctrl + C e Ctrl + V dele. Mas... será que é realmente verdade? E excluindo isso, como um jogo num todo, é bom? Sejam bem-vindos ao terceiro Vale a Pena!

A tradicional visão épica de gameplay.

AVISO! Não possuo qualquer ligação ou parceria com os nomes citados aqui, a maioria deles foram citados puramente para agregar informação e enriquecer ainda mais o post.

Paladins é um FPS (Apesar de o jogo assumir a terceira pessoa em alguns momentos) com fortes elementos de MOBA desenvolvido pela Hi-Rez Studios, que foram responsáveis por outro jogo bem famoso por colocar diversos deuses de diferentes mitologias para brigarem em um único jogo, sim estou falando de Smite (Jogo que por sinal, vou citar muito neste post, e também até pretendo fazer um VP dele). Com o trailer temos uma visão mais sincera do jogo, pegando os gráficos in game mesmo, não apelando pros trailers cinemáticos como foram os de Smite ou de Overwatch (Apesar de que o trailer cinemático de ambos são simplesmente geniais).
Agora que a introdução já terminou, vamos a como o game funciona! O jogo possui alguns modos, sem grandes variedades entre eles (pelo menos até agora), então vou focar no que parece ser o modo principal (Ou pelo menos um dos mais jogados do game), o modo Cerco. As partidas são de 5x5, podendo escolher entre a biblioteca de personagens e classes do jogo para fazer diferentes funções, lembrando que os personagens não poderão ser repetidos na sua equipe, mas podendo aparecer um personagem que está sendo usado na sua equipe na equipe adversária (Bem parecido com o já citado Smite). No modo cerco, teremos um ponto decidido no meio do mapa, que poderá ser tomado tanto por sua equipe quanto por seus adversários, enquanto sua equipe estiver no ponto, a porcentagem da sua equipe vai subir, o mesmo com os seus oponentes, caso a porcentagem chegue a 100% em um dos lados, o ponto é tomado. Caso ambas as equipes estejam dentro do ponto, será iniciado uma espécie de disputa, onde o ponto não vai crescer em porcentagem em nenhum dos lados até que só reste uma equipe nele (Dominar o ponto concede 1 ponto para a equipe, lembrando que a partida acaba quanto uma das equipes chegar em 4 pontos).
Após a dominação do ponto, uma carga irá aparecer no mesmo lugar, e a equipe que conseguiu conquista-la, deve levar isto até a base inimiga, começando assim, uma espécie de adaptação do modo Cerco de Smite para um jogo de tiro, só que com uma carga no lugar de uma Jaganata Selvagem (E obviamente sem as torres, fênix e titã), caso o time que está levando a carga consiga chegar na base inimiga com ela, ganhará mais 1 ponto. Caso a equipe inimiga consiga deter a carga, eles recebem um ponto, porém, se estiverem com 3 pontos, isso não acontece (Provavelmente para evitar que times puro dano/flanco tenham vantagem na reta final). O procedimento vai se repetindo até um dos times chegar a 4 pontos, porém as partidas são mais rápidas do que aparentam, caso estendam um pouco, você vai estar muito entretido com a competitividade da coisa para pensar em tédio. Ah! Esqueci de avisar anteriormente, mas fica um breve aviso, Paladins é um jogo completamente focado no online, então, não dá para ter qualquer experiência offline com ele, mas diferente de Overwatch, você não precisa pagar nada além de sua internet e conta de luz para jogar o game. Lá no começo da postagem, eu tinha citado que ele tinha fortes elementos de MOBA, certo? Mas até então, parece só um jogo de tiro normal... é aí que entra uma das principais característica do jogo, os baralhos e as cartas! Antes mesmo da partida começar, é possível criar baralhos para seus personagens, e distribuir pontos para as cartas usadas como uma espécie de build reforçando algumas habilidades especificas do seu personagem, ou dando a ele algumas vantagens na partida. E dentro do jogo, terá cartas que vão ser compradas de forma situacionais para te ajudar, como por exemplo, uma carta que te faz recarregar as armas mais rápido, resistir mais a explosões, diminuir o tempo de carregamento de suas habilidades, e por aí vai.
Saindo dessa parte mais de gameplay, vamos a um dos pontos que admiro bastante neste jogo, o visual. Os gráficos do jogo levam uma parada um pouco mais cartoon para os cenários, porém não tão fantasioso, novamente, lembrando muito Smite no estilo gráfico, mas pegando bem mais em algo mais limpo e cômico, visto que Smite apela mais pro lado dark e épico. Mas além das texturas e modelagens um pouco mais nesse estilo, o meu ponto forte com Paladins é exatamente o character design, que é bem invejável. Apesar de termos alguns personagens meio clichês como o Viktor (Clichês, porém não ruins) temos personagens que até cheiram criatividade, como o amado personagem dano, o Rei Bomba, ou o suporte que mais funciona como flanco, o Pip, ou a suporte genia mais fofa do mundo, a Ying (Capa da postagem). Uma coisa que vale muito deixar avisado, é que diferente da Blizzard, a Hi-Rez não se importa nem um pouco em esconder suas personagens bem dotadas, e muito menos a contribuir quase que diretamente na rule 34 da internet (Mesmo que a Blizzard preze mais por uma traseira mais avantajadas e a Hi-Rez aposte bem mais em decotes estratégicos e peitos a medida... vocês entenderam onde eu quis chegar!).
Pegando o embalo da citação técnica do visual do game, o jogo também tem boas músicas, porém nada que grude na sua cabeça, como são as músicas do Smite por exemplo. Neste caso, no máximo você vai acabar cantarolando a música de menu por ser a que mais vai ouvir. As músicas tocam de maneira situacional nas partidas, assim como em Smite, porém, aqui ouvirá bem mais da música pelas partidas serem mais rápidas, e as condições para as músicas tocarem aparecerem bem mais fácil.

Paladins é uma cópia de Overwatch?
Você pode pular essa parte para o "Encerrando" caso não se importe com essa treta.
Pip está pronto para julgar comentários maldosos
Tá na hora de chutar cachorro morto. Isso mesmo, falar da treta que ninguém esquece, que sempre que alguém chegar e deixar o nome Paladins percorrer por aí, vai aparecer alguém para dizer que o mesmo é uma cópia de Overwatch, ou até uma versão dele para a classe trabalhadora. Mas! Vamos ver aqui algumas coisas sobre isso!

Antes de falar qualquer coisa, citarei aqui algumas coisinhas que podem sustentar bem minha opinião antes mesmo de saber da existência de tais citações. a primeira citação, está em um post no Reddit, o COO da Hi-Rez (Mais especificamente Todd Harris), basicamente mostrava uma linha do tempo ligando o desenvolvimento do Paladins aos antigos jogos da própria Hi-Rez: "Criamos quase todas as classes e habilidades de Paladins usando Global Agenda e Smite como nosso template." (Lembrando que por mais que muitos sites tivessem confirmado isso, ainda não fui capaz de encontrar um link para mostrar aqui).

Essa primeira citação será muito importante guardar na cabeça para alguns pontos que citarei mais a frente. A próxima vem de uma entrevista da IGN EUA com o próprio Todd Harris, você pode conferir ela inteira clicando no nome sublinhado, mas só colocarei a parte importante aqui: "Apesar de Overwatch ser um belo jogo, não serviu de inspiração para Paladins. O desenvolvimento de um jogo é um processo interativo com ideias que aparecem de projetos passados. Para o gênero de shooters com heróis, o jogo que merece mais crédito é Team Fortress 2. Lançamos um jogo de tiro baseado nas classes de TF2 chamado Global Agenda, em 2010. Paladins foi concebido como uma versão de fantasia de Global Agenda, e, das aproximadamente 85 habilidades de combate presentes atualmente em Paladins, a grande maioria veio desse jogo que fizemos há 10 anos.". Reforçando ainda mais a citação a anterior linha do tempo. 
Após a explosão que foi Overwatch já em seu lançamento, quase toda a atenção aos jogos de tiro estavam voltadas para ele, fazendo assim uma legião de fãs, e querendo ou não, de uma forma bem merecida. Acontece que um pouquinho após o jogo começar a dar uma leve esfriada, muitos youtubers e sites estavam falando de um novo jogo de tiro bonito com heróis tão carismáticos quanto o de Overwatch, e foi aí que o desgosto começou. Muitos levados pela influência quase cultural que a Blizzard tem em seus jogos, logo viu o game como uma cópia, e iam apontando QUALQUER COISA que viam no jogo como uma cópia a Overwatch, mesmo Paladins tendo sido lançado antes (Houveram até rumores de que Paladins mudou seus personagens após o sucesso de Over, mas... rumores são sempre rumores). Como se já não bastasse toda essa confusão, dentro do já citado youtube, crescia consideravelmente o número de vídeos sobre este jogo, porém, nem todos de uma forma positiva, pois começávamos a ver iniciativas mais tóxicas destes produtores sobre o jogo. Alguns canais como Damianizando começaram a divulgar o jogo aqui no Brasil (tanto que eu e muitos dos meus amigos conheceram o jogo depois do vídeo dele), o que realmente ajudou o game a ter forças. O próprio "Damênes" em um de seus vídeos satirizou a treta com uma brincadeira envolvendo o Fernando, onde ele dizia algo como: "Isso aí que vocês falam que o jogo é cópia de Overwatch, é muito mentira" e logo em seguida abria o escudo do Fernando e se calando para dar ênfase a piada. Até aí tudo bem, dava para ver como uma brincadeira mesmo, afinal, o próprio produz um conteúdo humorístico, onde algo pode ser satirizado a qualquer momento, é algo que você está preparado para ver já conhecendo o canal. Porém, nem todo mundo viu dessa forma, ao invés de manter uma postura leve e cômica, as pessoas logo começaram a atacar o jogo de maneira tóxica.
Um exemplo deste comportamento em vídeos, pode ser encontrado com facilidade por aí, como no canal do Davy Jones, o Gameplayrj. Onde em vários dos seus vídeos, mesmo com a tentativa de trazer o público do jogo para seu canal, acabava diminuindo os personagens e as features do jogo, chamando por seus equivalentes em Overwatch. E sendo um canal de influência como ele é, foi o suficiente para separar aqueles que viram isso como algo feio, a aqueles que já estavam acostumados a não criticar mais o youtuber, engolindo já tudo que ele dizia. Logo, chegamos ao ponto atual, onde qualquer habilidade que parecesse mesmo que de maneira abstrata com outra, já era cópia na visão de muitos. Ótimos exemplos disso, são os personagens Makoa e Fernando, frequentemente usados como desculpas fundamentais para a acusação de cópia. Fernando como já citado anteriormente, possui um escudo que o impede de atacar, além de um dash para frente, muito similar ao que o Reinhardt usa em Over, porém, pelo próprio modelo do personagem, movimentação e até arma, qualquer um que já tenha explorado bem o jogo Smite, ou pelo menos já tenha tentado usar o personagem Ares, vai notar que o Fernando não passa de uma adaptação dele para um jogo de tiro (Tanto que o Fernando até possui uma skin de Ares no Paladins). O próximo provavelmente você vai acabar rindo. Mas o que as pessoas apontam no Makoa, é sua habilidade com a âncora, que é capaz de puxar o oponente para si, deixando ele paralisado por um tempo, muito semelhante ao Roadhog, certo? Até seria, se o Makoa não gritasse "Get over here!" quando usa aquilo. "Nossa, um personagem que atira uma coisa acorrentada e grita a frase do Scorpion de MK... será que é uma referência a Mortal Kombat? Nha! Com certeza é uma cópia de Overwatch". Se você conseguiu ter esse pensamento. Está na hora de você ir se tratar... tipo, agora.
Obviamente as comparações não param por aí, existe pessoas comparando o Viktor e suas habilidades hiper copiadas de over, as incríveis habilidades de CORRER e JOGAR UMA GRANADA! Pois um jogo de tiro não pode ter isso já que a Blizzard fez algo do tipo em um personagem do jogo dela. Acha que acabou? Existem pessoas chamando a Maeve de Guenji por ela ter duplo pulo, e conseguiram assimilar duas adagas sem carregamento com as Shurikens do Guenji... tipo, caras, vão se tratar, eu to falando sério mesmo. Procurem na farmácia dois remédios, o primeiro para combater a febre do fanboy, e a segunda para estimular a opinião própria, pois este mundo está precisando mais disso. Felizmente, este assunto vem sendo desmentido, apesar de ainda estar vivo como verdade no coração de alguns. Mais felizmente ainda, é só a parte babaca da fan base de Overwatch que pensa com unhas e dentes dessa forma, então, o mundo ainda tem salvação! Além disso, no já citado ninho da discórdia do Youtube, existem até mesmo canais que desmentem esse tipo de coisa, um exemplo bem atual que além de fazer diversas gameplays não desmerecidas do game, ainda faz vídeos sobre esse tipo de pensamento apontando as características de vários personagens, é o canal de ninguém mais ninguém menos que o streamer Serious Jogador, o TV Serious (Existem outros, mas se eu citar todos eu me sentiria o rei da propaganda, e isso não é legal).

Encerrando
Ufa! Essa postagem foi longa, e acredite ou não, foram três dias consecutivos para isso. 

-Have fun! -You Rock! -You Rock! -Yes!
Para quem procura um jogo gratuito e divertido que pode lhe proporcionar horas, dias, ou quem sabe um vida de gameplays. Possui um gameplay divertido, e mesmo no começo, tendo uma boa variedade de personagens (No momento em que essa postagem foi criada, há 23 personagens jogáveis, e este número obviamente vai crescer). Além de bonito o jogo consegue rodar em diferentes tipos de computadores, mesmo eles não sendo tão potentes assim. Já possuindo uma alpha fechada para os consoles, logo entrando para consoles de mesa caso seu PC seja tão horrível quanto o meu. Mesmo com suas diversas semelhanças com Overwatch, acaba que muito provavelmente ambos vieram de uma inspiração quase cópia de Team Fortress 2 (Você concordando com isso ou não, o jogo é sim bom o suficiente para que isso seja verdade), e mesmo assim, ambos possuem suas características próprias e podem ser igualmente aproveitados sem qualquer discriminação ou desmerecimento. Caso tenha se interessado, fica aqui o site do jogo para download!


Pessoinhas, foi isso, espero que tenham gostado deste postagem e do game, esta foi a maior postagem da história deste blog, mas mesmo assim, a qualidade dela ficou surpreendente! Se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre essa coisa, deixa ai nos comentários! Mas e aí, o que vocês acham? conhecem algum jogo que acham que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Paladins[Vale a Pena? #3]

Posted by Xandy1608

Olá pessoinhas! Que saudades de terminar um joguinho e sair com aquela sensação de "Ai meu Deus, eu tenho que fazer postagem sobre isso!", mas agora finalmente essa sensação voltou a meu ser, e com o jogo The Gray Garden, que é o novo alvo de recomendações hoje, então dá um play na musiquinha e vamos ao post!


The Gray Garden é um RPG indie que te fará shippar Deus com o Diabo, feito por Deep-sea Prisioner (Ou Mogeko), que sim, antes cite isso, é realmente o mesmo criador de Mogeko Castle, outro jogo que vive instalado nos "Mais vistos da semana" do blog, é até um pouco assustador na verdade... enfim.
A história do jogo é um tanto difícil de dizer sem spoilar tudo, o que você precisa saber, é que neste mundo, controlaremos a personagem Yosafire, uma demônio que vive em um mundo de paz onde demônios e anjos andam lado a lado sem nenhum tipo de preconceito ou rivalidade, e é no meio dessa vidinha bonita e pacífica que o jogo começa, mas pode ficar calmo, o jogo caminha sim para acontecimentos maiores... eu diria até maiores de mais. Bom, vamos a um fator que provavelmente será minha única reclamação sobre o jogo, a sua montagem. No inicio, eu estava achando o game chato para caramba, com todo aquele mar de inimigos fáceis e sem graça, com mapas enormes, até eu perceber que eu poderia ter ignorado 90% dos inimigos que eu poderia aproveitar bem melhor o jogo, fora também que muito facilmente se pegará pensando quando raios aquela trilha enorme de mapas vai acabar, então fica a dica, lute apenas um pouco, quando aparecer algum inimigo novo, derrote uns dois ou três e segue a vida ignorando o resto daqueles, é sério. O jogo vai sempre te avisar de uma forma ou de outra quando uma batalha mais acentuada for acontecer, então terá sempre tempo de se preparar, fora que o jogo é bem fácil.
Apesar de eu ter dito que falar muito da história pode ser um spoiler ferrado, eu já adianto  que o desenrolar dessa história é algo que provavelmente vai te deixar muito satisfeito. O jogo sabe bem te entregar algo legal, o  time cômico do game é ótimo, é bem o que esperar do criador de Mogeko Castle, certeza que dará boas risadas com o jogo, mesmo que nem todas as piadas acabe te agradando, afinal, humor é algo bem pessoal. Além da história, cada personagem é simplesmente um amorzinho, mesmo os ruins, você vai ver que são bem criativos e legais, mesmo que não goste do comportamento deles, vai conseguir facilmente perceber que eles são personagens bons, o que em muito jogo de RPG Maker, principalmente os de RPG mais raízes é bem raro de acontecer, o que é até um pouco estranho como de inicio mesmo o jogo te deixa até preocupado com os personagens de vez em quando, coisa que só pode ser sinal de que o game conseguiu te fazer simpatizar com alguém.
Bom, saindo agora dessa parte mais de história, desenvolvimento e personagens. Vamos as partes mais técnicas. The Gray Garden é um jogo bonito, isso é fato, mesmo com a limitação de cores do RPG Maker 2000 o jogo é bem colorido, o Pixel Art é muito bem feito, apesar de simples de vez em quando, você não terá problemas para identificar alguma coisa, fora que, quando eles necessitam de algo um pouco acima da média, eles conseguem sem penar tanto. Já as músicas não fazem feio, apesar de algumas vezes ficaram um pouquinho mal encaixadas, mas na maioria das vezes, entregam bem o proposto, minha única decepção pelas músicas desse jogo, foi realmente a música de batalha normal, que mais parece um tema de castelo vazio, mas... isso é detalhe.

Apenas finalizando, The Gray Garden é um ótimo jogo, se você procura algo pra passar o tempo, ou até pra dedicar um tempinho e explorar mais a fundo, com certeza eu te recomendaria este aqui. Se curtiu o já postado Mogeko Castle, esse jogo com  certeza vai te agradar, fora também as várias menções a Mogeko dentro de The Gray Garden. Vale lembrar que apesar do visual do jogo ser bonitinho, ele possui algumas cenas meio violentas e com uso até um pouco desnecessário de sangue (Apesar de algumas vezes serem mais por comédia mesmo). Mas se não tem problemas com isso, vai na fé, te dou certeza, o que te espera é bom!


Bom pessoal, é isso, espero que tenham gostado de mais este jogo de RPG Maker, se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre o jogo, deixa ai nos comentários! Mas e então, o que vocês acham? conhecem algum game que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa aí nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

The Gray Garden[PT-BR]

Posted by Xandy1608
Olá povinho! Feliz natal mais que atrasadinho! DJAN está de volta, e realmente, foi este mito que me fez querer fazer uma postagem na mesma hora em que eu terminei de assistir, a segunda parte de Kizumonogatari. Se acomoda ai e prepare-se para ler minhas sinceras opiniões.
Yeeeeeey!~

Lembrando que para ler essa postagem, é muito recomendado que tenha lido a postagem sobre Bakemonogatari e sobre Kizumonogatari Part 1: Tekketsu-hen, ou pelo menos, tenha um conhecimento próprio por simplesmente ter assistido todo Monogatari Series até o que está mostrado hoje. Vale lembrar também que detalhes técnicos sobre música e animação, não vou falar aqui, pois está tudo muito bem explicado na postagem da parte 1, junto com toda minha opinião sobre... bom, vamos lá!


É meus amigos, a Shaft ataca novamente, parece que eles realmente sabem a importância que o anime tem para seu estúdio, e não tem vergonha alguma disso! Um dos meus maiores medos sobre esse filme, era ele decair muito em relação ao primeiro, que mesmo não mostrando muito da história, foi realmente muito bom, mas fui surpreendido para o que agora está no meu Top 1 em quesitos filmes de animação (não só as japonesas).
Vamos direto para o assunto que todos queríamos ver, a história de Kizu em desenvolvimento. O que deixou algumas pessoas meio desanimadas com a primeira parte (mais especificamente os fãs mornos ou as pessoas que começaram a ver a obra pelo filme), foi a "falta de um plot" capaz de te prender, o que não é muito raro no começo de uma saga em Monogatari, um bom exemplo disso é o começo de Bakemonogatari e até mesmo o vangloriado Second Season. Deixando citações de lado, este segundo filme abusou muito da coisa acontecendo, basicamente nós temos um elemento que não vemos nunca em Monogatari sendo explorado, lutas, sim, você não leu errado, eu disse, lutas. Basicamente, em busca das partes de sua mestra, Araragi recebe a missão de isolar três caçadores de vampiros para derrota-los e dessa forma recuperar as partes. O problema é que esses caçadores consistem em Dramaturgie (O cara com os braços de lâmina), Episode (O cara badass da cruz gigante) e Guillotinecutter (O cara aparentemente normal), esses três juntos conseguiram desmembrar uma das personagens mais fortes de toda a série, ainda incapacitando ela, a deixando a beira da morte (iniciando assim o primeiro filme) e como ela não tem mais o poder para derrotar eles, Araragi, um humano recém transformado, terá que lidar com profissionais que já matam vampiros como se não fossem nada.
O tempo das lutas é bem decente, bem mais do que eu esperava na verdade, você tem a sensação de que elas acabaram rápido, mas no grosso elas realmente duraram (principalmente se considerar que o material original é uma visual novel, e não um mangá), mesmo com essa "velocidade", as lutas conseguem sim empolgar, e mesmo você sabendo que o principal pode se curar, dá para sentir na pele toda a tensão do momento, isso nas duas lutas que são mostradas no filme. O mais legal disso tudo, é ver como o nosso principal que sempre vive uma vida normal e mesmo em temporadas que seriam a frente disso vive ganhando na conversa tem que achar uma maneira de derrotar esses gigantes. As formas são realmente convincentes, eu tiraria um pouco do crédito da terceira "luta", que me pareceu muito seca para ser realmente aquilo, não vou me aprofundar para evitar spoilers, mas eu realmente acredito que isso será melhor explicado no próximo filme, já que o segundo acaba com um gancho logo nessa luta com uma frase épica do Oshino Meme (Só pra variar, né?).
Saindo um pouco das partes de luta, o filme retrata bem melhor a relação dos personagens apresentados, além de mostrar a nossa querida Shinobu em diversas formas diferentes na versão Kizu (acho que só falta a normal com todos os membros). Mas claro, eu não esqueci de falar, o prêmio vai para a relação de Araragi com Hanekawa, sério, uma coisa que deixou muita gente, inclusive eu meio incomodado no começo do anime, era aquela paixão doentia que ele tinha por essa personagem, e por mais que tivesse explicações, elas não eram tão boas assim, então ficavam mais parecidas com desculpas do que explicações verídicas (Claro que com o  tempo você simpatizava com a personagem e esquecia disso, mas não é esse o ponto). Aqui temos um motivo mais do que convincente para tudo isso, já no primeiro, temos o fato de que ela é a primeira amiga do principal, ai já é um ponto para ele gostar dela, mas em Nekketsu-hen, você consegue mesmo entender da onde surgiu isso, eles botaram os dois em cenas ótimas, algumas mais sérias e outras descontraídas, a sérias realmente empolgavam, e as descontraídas foram simplesmente geniais, sério, bem no estilão de Monogatari mesmo, algumas coisas parecem meio randômicas, o que pode incomodar alguns, mas esse humor funcionou muito bem comigo.
Só para finalizar, vamos para o inimigo de muita gente com Monogatari Series. Como é que ficou o ecchi nesse filme? Bom, na parte um, não tivemos um ecchi muito acentuado, o que foi bem compensado nesse, temos um ecchi bem humorístico aqui, sério, é mais no sentido de nonsense mesmo, então não é tão clichê e pode acabar funcionando pra você, mesmo se não curtir esse tipo de coisa. Enfim, outro diferencial, é que dessa vez, não pouparam muito os personagens masculinos dessa zona, eu até brinquei no facebook postando uma imagem do Araragi tirando a camisa com a seguinte legenda: "É muita seduzencia em um elenco só. Você hétero lendo isso, cuidado pra não virar bi depois dessa :v", no grosso foi um diferencial divertido, que tivemos realmente os dois lados da moeda e sem ser muito chato/ forçado, sempre mantendo aquele ar artístico de Monogatari mesmo em cenas que deveriam ser eróticas (se acha que isso é impossível dá uma olhada em Heavy Rain).

Nas notas gerais do My Anime List, no momento em que estou postando isso, Kizumonogatari Nekketsu-hen possui uma nota de 8.82, ainda maior que a do primeiro filme, reforçando ainda mais o que eu disse acima, eu realmente acho que esse é um daqueles animes que merecia um 9+ no MAL, porém temos alguns usuários (normalmente que não entendem muito da série ou em casos mais restritos fazem por haterismo mesmo) que deram notas baixas pro anime de forma bem injusta, é só olhar num geral das reviews, onde temos uma chuva de notas 10 e um gato pingado dando 4- (Claro, pode ser só a opinião deles, mas ainda não li uma review que me convencesse disso).

O tal do 4 solitário.

Sim, de novo essas músicas, desculpe, elas são muito boas! XD

Bom, só encerrando mesmo, a segunda parte continua com uma animação de cair o queixo, tudo bem fluído, com uma direção linda. A história tá bem mais cativante a este ponto da história, mas confirma muito uma teoria que eu tinha... se você quer começar a acompanhar Monogatari Series, esse NÃO é o começo recomendado, Kizumonogatari por mais que seja o inicio de tudo, depende muito de uma pré introdução e uma simpatia maior com certos personagens, que são dadas nas outras séries adaptadas, mesmo que tente ver ele antes, muitas cenas vão te deixar confuso ou não vão ter impacto nenhum, como teria em um fã da série (Parece que a Shaft acertou no seu complexo de Zelda). Enfim... mas por hora é isso, espero que tenham curtido esse DJAN, gostaram? Conhecem algum anime que acham que vale a pena ser postado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

No meio da volta de Crash, depois de Final Fantasy XV e toda a repercussão do trailer de The Last of Us 2, sai um jogo um tanto quanto tímido a meio deles, sem muito destaque, aparecendo na categoria de jogos gratuitos da PSN, com um simbolo de uma caveirinha excêntrica andando de skate cujo o nome é Let it Die, vendo essa bizarrice, na hora eu corri pra baixar e ver do que se tratava, e meus amigos... Esse jogo rendeu um post pro meu eu apagado, então se prepara!  

Esse jogo não é pra qualquer um.

Este jogo contém conteúdo inapropriado para menores de 18 (Dezoito) anos, pois o mesmo apresenta sangue e violência, temas sexuais, nudismo, linguagem pesada e uso explícito de drogas. Dito isso, saiba sua posição sobre ler isso ou não.

Dado o aviso para meu blog não rodar sem motivos, com trailer rodando para terem uma ideia da coisa toda, vamos ao post! Let it Die é um jogo Hack'n Slash com elementos de Roguelike desenvolvido pela Grasshopper Manufacture. A história do jogo se passa no ano de 2026, onde vemos um planeta que foi assolado por um distúrbio tectônico que ficou conhecido como Fúria da Terra, e no "centro do mundo", nasceu deste incidente, uma ilha do sul de Tóquio, onde sem explicação aparente, cresceu a Torre de Barbs, uma torre misteriosa que por meios de boatos ficou conhecida como uma torre mística mais próxima de Deus do que qualquer coisa, onde no topo dela, um tesouro inestimável esperaria aquele que conseguisse passar por toda torre, e é aqui que o jogo começa. 
O jogo começa de uma forma bem convidativa para seu nome, temos um tutorial bem simples que vai te ensinar boa parte do que vai precisar saber para seguir na torre, isso ainda com algumas cenas muito legais, apresentando uma coisa que vai te espantar quando lembrar que isso é um jogo online: Personagens bons. No jogo nós temos os lutadores, que são os corpos que usamos no jogo, o que nos representam, mas não vai achando que ficará com o mesmo pra sempre e só vai trocar quando mudar de conta, não é bem assim não, caso você morra com um lutador, ele passará a vagar no andar onde morreu com ele, e ficará como um inimigo superpoderoso, onde para recuperar seu corpo e utiliza-lo novamente, deverá derrotá-lo e retornar para o lobby, mas é claro que a personalidade deles não é nada forte, afinal, são bonecos que não falam, mas além deles, vem nossos destaques. Nós temos alguns companheiros que vão nos ajudar de diversas formas dentro do jogo, mas aquele que se destaca e vira o queridinho da galera assim que aparece, é o Tio Morte, sim o cara da capa, a caveirinha excêntrica andando de skate, que fica nos atormentando no tutorial e dando aqueles sustos com sua voz saindo do controle quando fazemos alguma morte épica. É bem difícil falar sobre os personagens sem estragar a surpresa, mas pode ter certeza que vai acabar gostando de algum ali no meio do grupinho principal.
Saindo do arco de história e personagens, vamos a delícia que faz este jogo ser o que é, o gameplay. Let it Die não vai te desapontar nisso, o seu objetivo é simples, subir a torre, os comandos são fáceis de pegar, dificilmente terá dificuldades com ele, e se tiver, provavelmente será por ter os controles de outro roguelike na cabeça, mas isso obviamente não será culpa do game. Cada andar possui um esquema diferente, ficando mais difícil conforme passa, podendo massacrar os desavisados sem dó (criando assim essa faminha que anda crescendo lentamente sobre o jogo dizendo que ele é uma mescla de Dark Souls com Silent Hill), nos andaremos temos cogumelos gerados aleatoriamente, onde seus efeitos mudam de acordo com o cogumelo, maletas com drops aleatórios, indo desde dinheiro, roupas, armas e alimentos. Fora tudo isso temos os inimigos, que é onde entra a parte interessante do jogo, nos andares nós temos a composição padrão dos inimigos, onde vão aparecer inimigos de acordo com o andar, alguns separadamente, outros em hordas, alguns sem armas e outros totalmente equipados, mas tome cuidado ao morrer para eles, pois seu antigo lutador se tonará um inimigo também até que volte para derrotá-lo, mas não se preocupe, se é habilidoso o suficiente para nunca gerar um desses por conta própria, o jogo vai lhe proporcionar chars de mortes geradas por outros jogadores, então a "noobisse" dos outros será a sua dor também, e como se não bastasse, nós temos um sistema de caça, onde um jogador pode mandar um de seus lutadores ir para a base de outro jogador atacar, semelhante as invasões de Dark Souls, caso a invasão seja um sucesso, o invasor ganhará seu loot e dinheiro carregado por seu char na morte, mas não se preocupe, se você for atacado, você pode atacar, mas nada garante que isso será um sucesso. Além dos cogumelos, loots e inimigos, ainda temos animais em cada andar, eles podem ser capturados dependendo da nossa agilidade, e podem ser comidos crú ou assados para nos dar bônus que se mostram muito importantes em uma run. Só para fechar, este é um game que para quem tem estômago e paciência, renderá muitas horas de jogo, mostrando toda sua vasta coleção de armas, seus colecionáveis quase inacabáveis e grandes possibilidades de novos lutadores, isso tudo junto de um gameplay fácil de prender que mesmo parecendo repetitivo no começo, te fará ver o jogo de uma forma totalmente diferente a cada morte, te fazendo evoluir e gostar cada vez mais disso, levando bem a lógica Dark Souls de "Morrendo e Aprendendo". Traduzindo, vale muito a pena!


Bom pessoal, acho que é isso, espero que tenham gostado deste post e do game, se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre essa coisa, deixa ai nos comentários! Aliás, me desculpem a falta de pontualidade que venho tendo com vocês, estou passando por templos complicados, acabo de terminar a escola e tenho que me reorganizar  totalmente, o que acaba tirando meu tempo para todas as outras coisas que normalmente faço. Mas e então, o que vocês acham? conhecem algum jogo que acham que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Let it Die [Vale a Pena? #2]

Posted by Xandy1608

Jogo em Destaque!

Mega Maker[ENG]

Page Oficial e Twitter

Seguidores

Tecnologia do Blogger.

Copyright © Melhores Jogos News -Black Rock Shooter- Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan