Olá pessoinhas! Curtem humor negro? Boa direção? Uma crítica humorística com grandes chances de te ofender? Então continua lendo que o anime que veremos neste DJAN é nada mais nada menos que a considerada por alguns, a obra definitiva de humor negro, Sayonara Zetsubou Sensei.

ATENÇÃO: Sayonara Zetsubou Sensei é um anime de comédia, porém possui temas extremamente fortes que podem te ofender, além de ter diversas demonstrações e brincadeiras envolvendo coisas que as pessoas normalmente não gostam de falar sobre, tal como a piada recorrente do anime sobre suicídio.

Aparentemente, não existem trailers disso no youtube, então fiquem com uma demonstração do 
quão perfeitas são as aberturas deste anime.

Sayonara Zetsubou Sensei (Ou como diria a tradução literal: Adeus, Professor Desespero) foi originalmente um mangá feito por Kouji Kumeta, e adaptado em 2007 pelo estúdio de animação Shaft (Mesmo estúdio de Monogatari Series, Madoka Magica e Nisekoi). O anime é uma comédia escolar e paródia, o anime atualmente conta com 3 temporadas e algumas OVAs seguindo a mesma lógica do anime principal, e todas elas sendo consideradas canônicas, a primeira temporada possui apenas 12 episódios, e pode servir de base se irá ou não continuar a assistir a obra (Ah! Vale esclarecer, que aqui irei falar em Zetsubou Sensei como um todo, não me focando apenas a uma temporada, mas como de costume, sem spoilers).

O anime começa acompanhando uma caminhada de Kafuka Fuura, que se depara com a cena de um homem tentando se enforcar, desesperada a garota tenta salvar o homem e de uma maneira estranha acaba conseguindo. A garota e o homem percebem ser totalmente opostos Kafuka, uma garota totalmente pra cima que acredita que suicídio é inaceitável e Itoshiki  Nozomu(O homem que tentou se suicidar), que está sempre tentando se suicidar perante pequenos problemas do nosso dia a dia. O maior ponto desta coisa toda, é que o homem seria o novo professor da turma onde essa garota estudava, nos proporcionando então, todo o resto da série.


"Estou desesperado!"

Bom, saindo da apresentação e entrando de vez na análise, logo no momento em que batemos o olho no anime, percebemos uma coisa que pode desanimar muitos, a animação. A primeira temporada de Sayonara Zetsubou Sensei foi feito em 2007 como já tinha dito antes, e não sei se sabe, mas nessa época, tanto Madoka Magica quanto Bakemonogatari ainda não tinham sido lançados (São basicamente os animes mais rentáveis do estúdio até hoje), então acredito que a verba do anime fosse muito pequena na época, era muito visível falta de frames em alguns movimentos, além de cenas fora do anime (Como uma espécie de parada pra comerciais, só que levemente maiores) que se repetiam em vários episódios, mas mesmo assim, me senti a vontade com tudo e continuei assistindo graças a qualidade de todo o resto, disse logo de cara sobre a falta de animação e dinheiro do estúdio na época, exatamente pela segunda temporada já apresentar tudo isso melhorado, sério, você vai estranhar tanto que nem vai parecer o mesmo anime. Além da animação, algo que temos desde a primeira temporada, é a soundtrack fantástica, é tudo muito especifico e bem colocado, dando aquele ar mais "intelectual" (se é que faz sentido), é impossível você ouvir uma vez o tema do Nozomu e conseguir confundir de que anime é, tudo é muito marcante neste quesito, isso vale tanto pra OST quanto pras aberturas e encerramentos. Uma coisa que costumo mencionar, é sempre a questão de direção, mas por aqui, vocês já devem estar carecas de saber, pois Shaft é sempre uma garantia de ótima direção, o que não é diferente aqui, vale lembrar que muitas das piras estranhas do estúdio começaram aqui.

"Zetsubou Sensei!"

O anime não tem realmente um grande plot, tudo se resolve em pequenos assuntos de episódio a episódio (O tempo de um episódio normal contam com diversos mini episódios dentro dele também), normalmente temos uma estrutura bem simples, um problema é apresentado, este problema é exemplificado e posteriormente começa a afetar a vida dos personagens. Pode parecer repetitivo, mas o anime sabe usar isso extremamente bem, eu mesmo demorei muito pra perceber que existia um padrão nos episódios, de tão bem colocado que as coisas eram, então não precisa se preocupar quanto a enjoar por causa de uma estrutura. Um ponto muito forte de Zetsubou Sensei é tratar sempre de problemas do dia a dia, não exatamente se prendendo na mesmice de animes que só retratam o meio otaku ou vida escolar, SZS foge muito disso, o que pra mim foi ótimo, mas não sei até que ponto isso pode agradar as outras pessoas, pois é bem necessário que tenha um conhecimento de mundo ok para pegar o que o anime quer dizer (Vale mencionar que alguma dessas coisas são muito limitadas aos japoneses, então pode ser requerido também um conhecimento bom sobre o japão, mas nada muito absurdo como é exigido em Gintama, por exemplo).

Mais um dia normal para Nozomu...

No inicio da postagem eu mencionei o anime como ofensivo, mas até que ponto isso é verdade? Uma vez, o pastor da minha igreja disse o seguinte: "Não só a bíblia quanto o próprio evangelho é ofensivo", isso se dá ao fato de que no momento em que você decide se dedicar a isso, você precisa confrontar aquilo que você é, aceitar e perdoar tudo que você fez e faz até hoje, por mais horrível que isto seja, preciso dizer mais? Zetsubou Sensei traz exatamente isso, com sua formula de problemas do dia a dia, os personagens também são bem normais, normais a ponto de ser tão horríveis quanto eu, você e todas as outras pessoas são. É quase impossível escapar, você vai se identificar com algum personagem uma hora ou outra, e quando estiver feito, suas piadas vão começar a te ofender caso ainda possua uma ferida com isso, isso não é nem de longe um ponto negativo, na verdade, é mais do que óbvio que era isso que o anime queria o tempo todo. A todo momento ele nunca teve limites, existiram piadas ali que você se sentiu um lixo por rir, era só uma questão de tempo, mas para aqueles que realmente tiveram força pra se aceitar e rir junto da obra, terão facilmente um anime novo na lista de favoritos de comédia, ou até favoritos de todos os tempos! 

Bem pessoal, era isso! Sspero que tenham curtido esse DJAN (Devo ter mudado o nome para Review a este altura), mas eai, gostaram? Conhecem alguma animação que acham que vale a pena ser mencionado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


Yeeeeey~ Peace, peace~

Sayonara Zetsubou Sensei [Review]

Posted by Xandy1608
Olá pessoinhas! Finalmente estou com meu PC de volta, sabem o que isso significa? Isso mesmo, postagens! E pra começar com o pé direito, vamos direito pra um jogo dessa vez, o jogo será "Por tudo que já se perdeu".

AVISO: O jogo a seguir utiliza nudismo excessivo, além de tratar de alguns temas bem pesados, o que pode incomodar muitas pessoas, por isso, o jogo acabou sendo classificado como +18. Se mesmo após este aviso você continua interessado, vamos ao post.


Por tudo que já se perdeu é um jogo de RPG e aventura feito no RPG Maker VX Ace por uma pessoa que os leitores mais antigos do blog devem conhecer bem, atualmente conhecido como AbsoluteXandy (mas também atende pelo apelido de Xandy1608).
A história do game é extremamente simples e objetiva, tudo começa com as personagens Victoria e Marrie, que tinham acabado de ir em uma expedição em busca de humanos em uma floresta, porém acabaram na frustração de fazer todo o caminho e não encontrar ninguém. Com essa informação, vemos que o mundo não possui mais a supremacia humana, e é exatamente aí que o game começa. O jogo não tenta te enrolar com nada, damos um "novo jogo" e temos uma vista rápida do que está acontecendo por meio de POUQUÍSSIMO diálogo e somos deixados no game para andar, descobrindo algumas das mecânicas do jogo, na qual, eu preciso falar aqui por serem extremamente importantes.
O jogo logo de cara te apresenta dois acampamentos, indo em qualquer um deles temos a informação de que é lá onde podemos curar a vida e mana de nossos personagens, porém, caso ele esteja sobre um efeito negativo (incluindo se ele morrer), este efeito não será removido, o que na hora nos faz ficar com um pé atrás sobre sair rushando tudo feito louco, nos forçando a prestar mais atenção no que fazemos durante as batalhas. No começo, as batalhas são hiper simples, aos poucos vamos ganhando novas armas e habilidades, até o momento em que saímos daquela floresta do "tutorial" e somos deixados livre no mapa do mundo do game (Que é o lugar onde vamos para todas as dungeons e loja, vamos passar muito por aqui).
Logo após a fase de tutorial, o game mostra suas verdadeiras garras, começa a mostrar o quão irritante e cruel os inimigos podem ser com você, o que acaba exigindo muita paciência do jogador. Se você é fã de RPGs, esse jogo vai te desafiar bastante, caso você curta RPGs mas não acha que é tão bom, esse jogo pode ser um bom treino para melhorar, pois a dificuldade dele cresce numa curva bem ok (tirando alguns inimigos chaves das masmorras que são mais roubados que o normal). A grande cartada do jogo é realmente a exploração relativamente boa em comparação a outros jogos de RPG Maker e as batalhas que vão fritar seus miolos pra descobrir como derrotar os inimigos de maneira mais eficiente e não ter nenhum companheiro morto até o fim da dungeon, o que sinceramente, é bem difícil de ver nessa engine, já que é um comportamento padrão de desenvolvedores dessa engine focarem muito mais em história que realmente em jogo. 
A parte mais fraca do jogo é a visual, pelo menos, enquanto o jogo estiver fora das batalhas. Os mapas utilizam tilesets padrões do RPG Maker (se você gosta de jogos de RPG Maker, com certeza já deve ter visto esses gráficos milhões de vezes), porém os gráficos de personagens, faces e inimigos são diferentes, o que dá uma refrescada nos gráficos de RTP (O pacote padrão do Maker). Os inimigos são realmente o melhor de tudo, mas é também o que vai afastar muita gente, pois basicamente todos são garotas monstros peitudas, alguns com roupas mais safe, mas outras mostrando bem mais do que deveriam, mas não é algo que realmente mate a experiência se não curtir coisas do tipo (mesmo falando isso, creio que alguns vão discordar de mim, mas okay).

Finalizando, Por tudo que já se passou é um bom jogo para amantes de RPG e jogos que necessitam de uma estratégia levemente mais acentuada, ou até mesmo pra pessoas que não gostam de jogos que ficam meio ano em diálogos e dois segundos em gameplay, para ambos os casos, este pode ser uma ótima diversão. O problema é que caso não tenha o RTP do RPG Maker VX Ace, você deve instalar para poder rodar o jogo.


Bom pessoal, é isso, espero que tenham gostado de mais este jogo da vez, tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre o game, não hesite em deixar aí nos comentários! Mas e então, o que vocês acharam? conhecem algum game que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa aí nos comentários que eu dou uma olhadinha, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


Yeeeey~ Peace, peace~
Olá pessoinhas! Hoje terminei de ler uma coisa que necessitou de um certo desabafo, um fenômeno bizarro de amor e ódio coexistentes. Por isso, decidi expressar o que amo e o que odeio em Girls of the Wild's. Venho avisar, que não haverá musica no fim do post, apenas no inicio mesmo, pois vou reservar a parte final para spoilers do final e o que achei deles (Não se preocupe, irei avisar quando o momento chegar). De qualquer forma, dá play ai na música e vamos a review.



Girls of the Wild's é um manhwa escrito por Hun e desenhado por Hye-Jin. A obra conta com os gêneros: Ação, comédia, drama, artes marciais (isso é um gênero!?), romance, escolar e harém. A história segue o ponto de vista de Song Jae-Gu, um jovem de vida sofrida que sofreu bullying a vida toda, além de ter sido forçado a crescer muito cedo para tomar conta de seus irmãos mais novos por causa da ausência de seus pais. Por ser uma escola próxima e ele atender os requisitos para tal, Jae-Gu passa a frequentar a escola Wild's, uma famosa escola feminina focada em artes marciais que recentemente se tornou uma escola mista. Okay, até ai parece uma história genérica de harém, o que na real, me deu uma certa esfriada no hype quando soube que se tratava disso, mas ainda vou chegar lá.
Por mais clichê e idiota que pareça a ideia de GotW, somos surpreendidos por uma leitura muito dinâmica e apresentação de personagens no minimo interessantes (requisito básico pra uma obra do gênero). Mais ou menos pro cap 10, nos vemos em uma situação onde fica praticamente impossível parar de ler (Não foi só comigo, muitas reviews que achei pelo MAL diziam o mesmo, até as que tiveram uma nota final baixa). Começamos introduzidos a todo o universo e a saga da competição Wild's, que mostra um potencial bizarro na obra. Logo aí, veremos todo o desenvolvimento do personagens principal, com uma carga dramática ótima, além do melhor, que é a ação. Toda a ação de Girls of the Wild's é bizarra de boa, basicamente a obra trata de pessoas normais, então não há realmente super poderes ou coisas exageradas, no máximo terá algum oponente mais pesado que algum dos principais ou especializado em uma arte marcial difícil de lidar, o que afunda a obra num certo realismo, por mais sem graça que possa parecer para algumas pessoas o lance de sem poderes, GotW trabalha isso muito bem, adoro como as lutas são hiper empolgantes, cada soco tem seu significado, você sente o impacto das coisas, é tudo muito expressivo e preciso e o melhor de tudo, eles não tiveram medo de mostrar toda a natureza do esporte. Uma coisa normal de obras que tem muitas garotas num mundo hostil ou em um plot que exija luta, vemos um certo medo dos autores de ferir as garotas de maneiras especificas, então sempre veremos elas sendo acertadas em pontos específicos que não afetariam em sua beleza, ou pulariam a luta dela o máximo possível para vermos só que ela ganhou ou perdeu (É bem normal em obras do gênero elas serem basicamente intocáveis de tão fortes para não serem machucadas), mas em Girls of the Wild's, você vê o negócio real, as garotas lutando de verdade, deixando bem explícito que o "Selvagem" no título é real, elas não perdem tempo e os autores não tem medo de deformar a cara delas por mais bonita que ela seja, tirando toda aquela sensação de segurança que as obras normais passam pra esse tipo de personagem, e isso é louvável.
Saindo um pouco da parte de ação, os personagens são bem fáceis de gostar, no começo terá alguns deles de escanteio, mas conforme vai lendo, os personagens vão ser cada vez mais bem encaixados na história, forçando algo mais humano e crível a cada capítulo, te deixando sempre mais a vontade, mesmo perto de personagens que anteriormente você nem se quer gostava, coisa que muita obra peca de maneira absurda, pode ter certeza, que aqui funcionou perfeitamente. Como se não fosse o suficiente, os capítulos sempre dão um jeito de encerrar da forma mais escrota possível com você, nas sagas principais, é praticamente impossível não ter vontade de ler o próximo capítulo imediatamente, fazendo você ficar triste por GofW ter apenas 260 capítulos, sendo que antes de começar, você já tinha olhado para este número como algo negativo (pelo menos, no meu caso). E pra fechar as partes impossíveis de melhorar, temos toda a crítica social envolvida na obra, é bizarro. Ela tá sempre tratando de algo muito sério com uma maestria do caramba, é bem difícil você não levar o que está acontecendo a sério, eles mandaram muito bem colocando tudo em ação de maneira que faça sentido e que não ficasse forçado, tá aí um ponto que eu acredito que tenham mandado hiper bem. Só com isso, já deve ter dado pra perceber, que é impossível se arrepender de dar uma chance pra essa obra, e eu realmente digo isso, eu RECOMENDO, mas lembra do que eu disse antes? Não seria uma relação de amor e ódio se o ódio não existisse, então... chegou a hora dele.
Girls of the Wild's é dividido no que o autor chama de "duas temporadas", onde a primeira é mais focada na parte antes das férias escolares, o que eu considero uma das melhores coisas que eu já li na minha vida, facilmente. Obvio que há todo um uso de clichês, mas ele é bem explorado e leva pra um canto legal da história, além de que não é sempre que você consegue prever a obra, fazendo essa jogada de clichês uma roleta russa de emoções bem interessante. O problema está na segunda temporada, onde acontece a partir das férias, onde aparentemente, o chefão da escrita decidiu esmagar nosso coração como fãs sem dó nem piedade, com o que gosto de chamar de "A Temida Temporada do Romance", não me entenda errado, se você me acompanha a um tempo considerável, provavelmente sabe que se eu fosse separar meus favoritos por gêneros, o gênero romance seria meu gênero mais recheado, pois eu realmente adoro. Mas, falando assim, o que faz essa parte de romance de Girls of the Wild's tão podre? Bom, vamos lá... Lembrando, que a partir daqui, haverá SPOILERS MUITO PESADOS sobre o FINAL de Girls of the Wild's, você foi avisado.


---
---

Certo, de agora em diante, irei levar em conta que você tenha lido todo Girls of the Wild's, pois aqui irei citar diversos acontecimentos diretamente, o que COM CERTEZA estragaria a experiência de alguém que não leu ainda, então... agora sim, vamos lá. O que me deixa muito bravo quanto a essa temporada de romance, não é nem a falta da genial dose de ação que nos acompanhava por toda a obra, mas o que ferrou mesmo, foi a falta de consideração com os fãs que a obra se tornou. Começando por aquela parte da praia, que era só pra ser um insert clichê que temos em praticamente toda obra escolar, o que eu já tinha achado meio merda por existir, mas eu levei em conta o que foi apresentado até então e calei a boca, aceitando aquilo. O problema, é que aí já estava rolando o lance da Dal Dal VS a Rainha. Não sei se perceberam ao longo do manhwa, mas basicamente, era "A garota que investiu a obra inteira no protagonista e verdadeiramente ama ele e demostra isso a todo momento" VS "A menina da capa", entende onde eu quero chegar? Eu torci pra Dal Dal a porcaria do negócio INTEIRO, e a obra tava esfregando na nossa cara que ela era perfeita pra ele e tudo mais, até desenvolverem uma paixão repentina bizarra do Jae-Gu pela Rainha, tudo bem se parar pra pensar que os sentimentos da Rainha também são tão reais quanto os da Dal Dal, mas até então, ela nunca sequer tinha expressado isso por conta própria, a obra fez isso de uma maneira tão covarde, que me pareceu uma disputa muito injusta. Mas tudo bem, por mais raiva que eu tenha ficado quanto a escolha do protagonista, isso não era exatamente um defeito, era frustração minha como um fã que confiou o coração nas mãos de uma obra que até então, estava amando. Mas não para por aí, tudo bem ele ficar com a Rainha, ela não é uma personagem ruim no fim das contas, ATÉ ELES INVENTAREM DE BOTAR O CARA PRA CHUTAR AS DUAS! Tipo, é sério?! Tá zoando com a minha cara!? Não, eles não tão, isso é REAL! Nessa altura eu já tava tipo "Ferrou, não sei mais o que esperar", do nada o negócio ficou bizarramente realista e eu basicamente tinha aceitado que ele não ficaria com nenhuma das duas, até chegar aquela mini saga da Dal Dal sendo sequestrada. Aí eu fiquei: "Não, eles não vão fazer isso, eles não podem fazer isso... AH, ELES FIZERAM ISSO!", a saga em si foi bem legal e bem tensa, a parte de ação também foi bem insana, mas após isso além de matar totalmente minhas esperanças quanto a minhas apostas de casal, a obra fez questão de deixar tudo mais confuso pro leitor botando uma maçaroca de gente se resolvendo do nada, até tudo finalmente ir pro encontro do Jae-Gu com a Rainha, pra realmente nos dar a entender que ele vai voltar com ela, mas nãããooo, não pode ser tão fácil, tá achando que vai ser assim? Bora inventar uma desculpa escrota pra deixar os fãs sofrendo mais um pouquinho até o cap final chegar. Aí ficou tudo se esticando desnecessário naqueles balões intermináveis do principal se remoendo e a obra jogando na sua cara que ele é escroto (O que não é necessário ser um gênio pra ter percebido isso, falo por tudo que GotW apresentou até então). Mas aí você pensa: "Ué tudo bem, eles podem terminar legal ainda". Pois é, eles podem dar um final bonitinho com a rainha, certo? Pena que é aquele final HIPER ABERTO! Eles nem tiveram a coragem de dar um beijo pro final, e ainda deixaram a relação de inúmeros personagens secundários em aberto, fora eles terem esquecido de mostrar alguns personagens antes de terminar, e muitos desses, personagens que eu gostava. Eu realmente tive a impressão de que desanimaram bem hard na hora de fazer a segunda temporada, e acabaram dando uma descontada bem básica nos fãs, não é possível, nem falo por ter romance, mas sim como tudo foi desenvolvido cara. O final foi merecedor das críticas negativas de pessoas que alegam AMAR a obra mas mesmo assim deram uma nota hiper baixa no MAL, realmente me deixa surpreso ele neste momento está com 7.83 no My Anime List, o que é uma nota bem alta cara. No mais é bem isso mesmo, minha nota pra ele no MAL acredito que deva ficar entre 8 e 10, apesar de realmente querer abaixar pra números negativos por causa da segunda parte, mas eu realmente não acho justo, visto como a primeira temporada é boa. Bem, desculpa, sem aquelas despedidas enormes, boa sorte se for ler, espero que tenha gostado, até o próximo post~


You See!~

Girls of the Wild's [Review]

Posted by Xandy1608
Olá pessoinhas! Saudades dos indies do blog? Pois bem, podem ficar animados, pois eu acabo de encontrar o que provavelmente é a melhor fan game de Megaman já feita até hoje, como o título já entrega, estou falando de Mega Maker!

E esse trailer, tá como? "Pistola".

Mega Maker é um jogo criador originalmente por WreckingPrograms, porém, ao passar do tempo conseguiu recrutar uma ótima equipe, cada um tendo um destaque bem interessante em diferentes áreas do jogo, nos proporcionando essa delícia de jogo.
Acho que só por bater o olho já deve ter dado para perceber, mas Mega Maker é um jogo inspirado nos jogos clássicos da franquia Megaman, lhe permitindo criar fases como as dos jogos originais da Capcom dando na nossa mão uma gama enorme de possibilidades (algumas delas, até adições própria do Mega Maker), caso seja mais inteirado no mundo dos games, deve ter percebido também que a proposta do jogo é bem parecida com o Mario Maker da Nintendo, mas ambos acabam tendo features bem únicas, tirando esse olhar de mesmice. O jogo possuí um servidor online, te permitindo fazer o upload de sua fase para que outras pessoas no mundo todo joguem, fora que você mesmo pode jogar as fases delas! Existem diversos filtros no game, você pode procurar fases por nomes, ver nos rankings de melhores fases, de piores fases, ou até mesmo deixar com que o jogo escolha uma fase aleatoriamente para você! Claro, neste meio, temos ótimas e péssimas fases, mas os criadores tiveram a genial ideia de adicionar um botão de "Não gostei", para impedir que fases ruins ganhem um destaque absurdo unicamente por ser difícil, como acontece em peso em Mario Maker.
O editor de fases é bem preciso, eu não tive problemas algum para criar as fases que fiz, além de proporcionar um tamanho absurdo pras fases caso queira (Mas caso use mais telas do que necessário e saia enchendo todas elas de tranqueiras, seu PC vai sofrer com um lag, obviamente). O jogo não só te dá uma gama de tiles e inimigos enormes pra usar, como também possui diversos fundos, podendo ser utilizados mais de um em uma mesma fase, dividindo por telas (note que nessa imagem, existe um pontilhado branco, é possível colocar um background diferente para cada lado desse pontilhado). Fora isso, é possível escolher entre músicas icônicas de Megaman para usar nas fases, não sendo forçado a ouvir uma música pré setada por cada background como Mario Maker faz, o que te dá um ânimo bem maior pra enfrentar a criação de fases, podendo ficar tranquilo sabendo que não vai precisar ouvir a mesma música um bilhão de vezes (É interessante citar, que caso adicione um boss a sua fase, você pode mudar a música de chefe também, além de poder setar suas fraquezas, como era no original).
O gameplay é bizarramente fiel ao original, caso já tenha jogado os clássicos, não vai ter problemas pra jogar, e pode até se animar com algum conteúdo em especifico do jogo. Mesmo que não seja uma pessoa muito criativa para sair fazendo fases igual um louco, ainda é um jogo recomendadíssimo, afinal, fases é o que não falta neste jogo! Já perdi um dia inteiro passando por fases ótimas criadas pelos usuários, desde criação próprias a conversões de outras fases de outros jogos para Megaman (procurando mais a fundo, dá pra ver até demakes de fases de Megamans posteriores, como os do X), as possibilidades são infinitas! 

Bom, pra finalizar, se você é um daqueles que ama Megaman, só vai cara, isso vai ser uma diversão ótima pra você! Além do jogo ser bem leve e otimizado, permitindo rodar até em computadores mais modestos como o meu. Aliás, se quiserem dar uma olhada nas fases que fiz, basta procurar pelo nome de uma dessas no search do jogo, eles permitirão que olhem no meu perfil para mais fases caso joguem alguma delas.

Pessoalmente, eu prefiro a "Rush is Your Best Friend"

Bom pessoal, é isso, espero que tenham gostado de mais este jogo indie! Se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre o jogo, não precisa ficar com vergonha, escreve aí nos comentários! Mas e então, o que vocês acham? conhecem algum game que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Comente que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Mega Maker [ENG]

Posted by Xandy1608
Caras, vocês não fazem ideia de como eu estava esperando por este dia... sejam bem-vindo ao terceiro e último DJAN sobre Kizumonogatari! Estou com as memórias fresquinhas, assisti hoje mesmo, então... dá uma acalmada e prepare-se pra ler minhas opiniões!
Yeeeeeey!~

Lembrando que para ler essa postagem, é muito recomendado que tenha lido a postagem sobre Bakemonogatari, sobre Kizumonogatari Part 1: Tekketsu-hen e sobre Kizumonogatari Part 2: Nekketsu-hen ou pelo menos, tenha um conhecimento próprio por simplesmente ter assistido todo Monogatari Series até o que está mostrado hoje. Lembrando novamente, detalhes técnicos já foram mencionados na parte 1 e o que sobrou na 2, então pularemos para o que interessa.


O Kizumonogatari se manteve bizarramente bom do primeiro ao segundo filme, e por melhor que isso seja, o medo do terceiro estragar tudo ainda existia (mesmo que pouco), mas nossa, a Shaft se superou, claro que o roubo já tinha sido feito no material original abusivamente bom, mas uma adaptação a altura não é uma coisa para todos. Como se a animação dos anteriores já não fosse boa o 
bastante, eles deram um jeito de melhorar, sim, MELHORAR. A desgraça dos dois primeiros filmes por mais que causassem estranheza por seu visual diferente de personagens e uso de CG nos fundos ao invés de fundos a mão como eram de costume na série, tudo era muito fluído e cumpria bem seu papel, gerando cenas lindas desnecessariamente. Mas como esta parte contamos com a luta final de Kizumonogatari (como dá a perceber no trailer), temos uma animação mais que fluída por um tempo ENORME, tipo, é todo naquele jeito exagerado, e como ambos são imortais, eles até usam comédia no meio, mas é uns lances realmente épicos que seriam impossíveis em um anime que não Monogatari (O que é irônico, visto que Monogatari não é uma obra feita pra ter lutas), mas parando de babar pra animação de Kizu pela milésima vez, eu tenho umas notas sobre a história (sem dar spoilers da série principal, porém logo pelo trailer somos sujeitos a spoilers dos Kizus anteriores, obviamente por esta ser uma sequência direta). Achei incrível todo e fechamento mórbido da história.
O ponto forte de Monogatari sempre foram as histórias contadas, afinal, como o próprio nome sugere, Monogatari é uma história que conta histórias (Novamente falando, a tradução literal de Monogatari é história). Todo aquela clima mostrando o quão frágil é toda essa trama principal deu um toque magnífico, o filme fechou com uma melancolia romântica que eu tinha certeza que deixariam de lado, mas não, eles não desapontaram, e fizeram o insert majestosamente.
Além do final em si, certos personagens tiveram um brilho ótimo. Oshino Meme foi um deles. Se você assistiu todas as temporadas de Monogatari e de alguma forma desconhecida pela humanidade ainda não gostava dele, acho que essa será sua ultima chance de gostar (ou não, ele pode aparecer de novo em outra temporada,  vai saber). Além dele tivemos um fechamento em destaque da Kiss-shot, vulgo Waifu de 90% da fandom, um destaque bem triste como é de se esperar pela história proposta, só me surpreendeu eles revelarem tão cedo cronologicamente coisas que só fomos descobrir na ordem de lançamento muito depois do que deveríamos. Nosso terceiro destaque vai para o galã definitivo, Araragi Koyomi, eu sinceramente amei de mais como eles interpretaram ele no Kizu, de forma mais galã, mas sem deixar aquele lado meio covarde e desesperado para ajudar, que o personagem sempre apresentou. De todas as interpretações que fizeram dele até agora, achei essa a mais crível perto do universo proposto, eu realmente espero que isso influencie as temporadas posteriores. 
Ah! Uma coisa que eu PRECISO avisar pra vocês caso ainda não tenham assistido, é para terem certeza que vão estar sozinhos quando assistirem isso, esta parte possui umas cenas meio hentai (não, não é hentai, mas são bem pesadinhas se comparadas com as anteriores), principalmente sobre o relacionamento do Koyomi com a Hanekawa, decidiram dar uma leve apimentada, pobre garota. 
Uma coisa que eu tava sentindo uma leve falta por não estando tão satisfeito com isso nos filmes anteriores, era a falta de simbolismos muito hardcores que o anime tinha (certeza que quando eu rever os anteriores vou pegar um monte de simbolismos e dar com a cara no chão, mas tá beleza), muito simbolismo foi usado aqui, explicando diversos detalhes da história, o que me deixou meio pasmo, foi eles até mesmo explicarem indiretamente o motivo da existência das telas vermelhas e pretas que tanto fizeram a fama de Monogatari, quando eu vi aquilo fiquei tipo: "AAAAHHH! É POR ISSO!", um deles foram até meio óbvios por já terem usado anteriormente (Ainda no Bake, se não me engano).

Novamente, vamos as notas gerais do My Anime List, no momento em que estou postando isso, Kizumonogatari Reiketsu-hen possui uma nota de 8.80, levemente menor que a do segundo filme quando tinha feito a postagem, mas atualmente a nota do segundo filme caiu para 8.76, fazendo deste o filme com maior nota dentre os Kizumonogatari, Novamente realmente acho que esse é um daqueles animes que merecia um 9+ no My Anime List, porém há sempre os lendários 4 espalhados por aí, e alguns que realmente preferiram os anteriores e abaixaram as notas, e assim vai. Obviamente, gosto é gosto, mas minha nota pessoal se quiser saber, seria algo entre 11/10.

Essa música <3

Bom, pra dar aquela encerrada, a animação teve um pico muito bom nas lutas, o fechamento da história foi ótimo, e deu um fim para muitas dúvidas das temporadas posteriores (cronologicamente falando), a direção continua ótima como as dos anteriores, mesmo não sendo um anime pra iniciantes em Monogatari, ainda vale a pena a experiência.No mais, é isso! Espero que tenham curtido esse DJAN, gostaram? Conhecem algum anime que acham que vale a pena ser postado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~
Olá pessoinhas! Me desculpem a falta de postagens, aquela de sempre... sem computador, criatividade tinha ido pra baixo e todo aquele ritual que se repete de tempos em tempos por aqui... ao invés de gastar a paciência de vocês com mais desculpas, vamos logo a postagem! Dessa vez, venho falar meu Top 5 (Obviamente pessoal) de animes de comédia, bom, vamos lá!
Olá pessoinhas! Já ouviram falar de Paladins? Pois bem, falo daquele jogo mesmo, que assim como copiei o inicio do meu post em Overwatch, dizem que este jogo é basicamente um Ctrl + C e Ctrl + V dele. Mas... será que é realmente verdade? E excluindo isso, como um jogo num todo, é bom? Sejam bem-vindos ao terceiro Vale a Pena!

A tradicional visão épica de gameplay.

AVISO! Não possuo qualquer ligação ou parceria com os nomes citados aqui, a maioria deles foram citados puramente para agregar informação e enriquecer ainda mais o post.

Paladins é um FPS (Apesar de o jogo assumir a terceira pessoa em alguns momentos) com fortes elementos de MOBA desenvolvido pela Hi-Rez Studios, que foram responsáveis por outro jogo bem famoso por colocar diversos deuses de diferentes mitologias para brigarem em um único jogo, sim estou falando de Smite (Jogo que por sinal, vou citar muito neste post, e também até pretendo fazer um VP dele). Com o trailer temos uma visão mais sincera do jogo, pegando os gráficos in game mesmo, não apelando pros trailers cinemáticos como foram os de Smite ou de Overwatch (Apesar de que o trailer cinemático de ambos são simplesmente geniais).
Agora que a introdução já terminou, vamos a como o game funciona! O jogo possui alguns modos, sem grandes variedades entre eles (pelo menos até agora), então vou focar no que parece ser o modo principal (Ou pelo menos um dos mais jogados do game), o modo Cerco. As partidas são de 5x5, podendo escolher entre a biblioteca de personagens e classes do jogo para fazer diferentes funções, lembrando que os personagens não poderão ser repetidos na sua equipe, mas podendo aparecer um personagem que está sendo usado na sua equipe na equipe adversária (Bem parecido com o já citado Smite). No modo cerco, teremos um ponto decidido no meio do mapa, que poderá ser tomado tanto por sua equipe quanto por seus adversários, enquanto sua equipe estiver no ponto, a porcentagem da sua equipe vai subir, o mesmo com os seus oponentes, caso a porcentagem chegue a 100% em um dos lados, o ponto é tomado. Caso ambas as equipes estejam dentro do ponto, será iniciado uma espécie de disputa, onde o ponto não vai crescer em porcentagem em nenhum dos lados até que só reste uma equipe nele (Dominar o ponto concede 1 ponto para a equipe, lembrando que a partida acaba quanto uma das equipes chegar em 4 pontos).
Após a dominação do ponto, uma carga irá aparecer no mesmo lugar, e a equipe que conseguiu conquista-la, deve levar isto até a base inimiga, começando assim, uma espécie de adaptação do modo Cerco de Smite para um jogo de tiro, só que com uma carga no lugar de uma Jaganata Selvagem (E obviamente sem as torres, fênix e titã), caso o time que está levando a carga consiga chegar na base inimiga com ela, ganhará mais 1 ponto. Caso a equipe inimiga consiga deter a carga, eles recebem um ponto, porém, se estiverem com 3 pontos, isso não acontece (Provavelmente para evitar que times puro dano/flanco tenham vantagem na reta final). O procedimento vai se repetindo até um dos times chegar a 4 pontos, porém as partidas são mais rápidas do que aparentam, caso estendam um pouco, você vai estar muito entretido com a competitividade da coisa para pensar em tédio. Ah! Esqueci de avisar anteriormente, mas fica um breve aviso, Paladins é um jogo completamente focado no online, então, não dá para ter qualquer experiência offline com ele, mas diferente de Overwatch, você não precisa pagar nada além de sua internet e conta de luz para jogar o game. Lá no começo da postagem, eu tinha citado que ele tinha fortes elementos de MOBA, certo? Mas até então, parece só um jogo de tiro normal... é aí que entra uma das principais característica do jogo, os baralhos e as cartas! Antes mesmo da partida começar, é possível criar baralhos para seus personagens, e distribuir pontos para as cartas usadas como uma espécie de build reforçando algumas habilidades especificas do seu personagem, ou dando a ele algumas vantagens na partida. E dentro do jogo, terá cartas que vão ser compradas de forma situacionais para te ajudar, como por exemplo, uma carta que te faz recarregar as armas mais rápido, resistir mais a explosões, diminuir o tempo de carregamento de suas habilidades, e por aí vai.
Saindo dessa parte mais de gameplay, vamos a um dos pontos que admiro bastante neste jogo, o visual. Os gráficos do jogo levam uma parada um pouco mais cartoon para os cenários, porém não tão fantasioso, novamente, lembrando muito Smite no estilo gráfico, mas pegando bem mais em algo mais limpo e cômico, visto que Smite apela mais pro lado dark e épico. Mas além das texturas e modelagens um pouco mais nesse estilo, o meu ponto forte com Paladins é exatamente o character design, que é bem invejável. Apesar de termos alguns personagens meio clichês como o Viktor (Clichês, porém não ruins) temos personagens que até cheiram criatividade, como o amado personagem dano, o Rei Bomba, ou o suporte que mais funciona como flanco, o Pip, ou a suporte genia mais fofa do mundo, a Ying (Capa da postagem). Uma coisa que vale muito deixar avisado, é que diferente da Blizzard, a Hi-Rez não se importa nem um pouco em esconder suas personagens bem dotadas, e muito menos a contribuir quase que diretamente na rule 34 da internet (Mesmo que a Blizzard preze mais por uma traseira mais avantajadas e a Hi-Rez aposte bem mais em decotes estratégicos e peitos a medida... vocês entenderam onde eu quis chegar!).
Pegando o embalo da citação técnica do visual do game, o jogo também tem boas músicas, porém nada que grude na sua cabeça, como são as músicas do Smite por exemplo. Neste caso, no máximo você vai acabar cantarolando a música de menu por ser a que mais vai ouvir. As músicas tocam de maneira situacional nas partidas, assim como em Smite, porém, aqui ouvirá bem mais da música pelas partidas serem mais rápidas, e as condições para as músicas tocarem aparecerem bem mais fácil.

Paladins é uma cópia de Overwatch?
Você pode pular essa parte para o "Encerrando" caso não se importe com essa treta.
Pip está pronto para julgar comentários maldosos
Tá na hora de chutar cachorro morto. Isso mesmo, falar da treta que ninguém esquece, que sempre que alguém chegar e deixar o nome Paladins percorrer por aí, vai aparecer alguém para dizer que o mesmo é uma cópia de Overwatch, ou até uma versão dele para a classe trabalhadora. Mas! Vamos ver aqui algumas coisas sobre isso!

Antes de falar qualquer coisa, citarei aqui algumas coisinhas que podem sustentar bem minha opinião antes mesmo de saber da existência de tais citações. a primeira citação, está em um post no Reddit, o COO da Hi-Rez (Mais especificamente Todd Harris), basicamente mostrava uma linha do tempo ligando o desenvolvimento do Paladins aos antigos jogos da própria Hi-Rez: "Criamos quase todas as classes e habilidades de Paladins usando Global Agenda e Smite como nosso template." (Lembrando que por mais que muitos sites tivessem confirmado isso, ainda não fui capaz de encontrar um link para mostrar aqui).

Essa primeira citação será muito importante guardar na cabeça para alguns pontos que citarei mais a frente. A próxima vem de uma entrevista da IGN EUA com o próprio Todd Harris, você pode conferir ela inteira clicando no nome sublinhado, mas só colocarei a parte importante aqui: "Apesar de Overwatch ser um belo jogo, não serviu de inspiração para Paladins. O desenvolvimento de um jogo é um processo interativo com ideias que aparecem de projetos passados. Para o gênero de shooters com heróis, o jogo que merece mais crédito é Team Fortress 2. Lançamos um jogo de tiro baseado nas classes de TF2 chamado Global Agenda, em 2010. Paladins foi concebido como uma versão de fantasia de Global Agenda, e, das aproximadamente 85 habilidades de combate presentes atualmente em Paladins, a grande maioria veio desse jogo que fizemos há 10 anos.". Reforçando ainda mais a citação a anterior linha do tempo. 
Após a explosão que foi Overwatch já em seu lançamento, quase toda a atenção aos jogos de tiro estavam voltadas para ele, fazendo assim uma legião de fãs, e querendo ou não, de uma forma bem merecida. Acontece que um pouquinho após o jogo começar a dar uma leve esfriada, muitos youtubers e sites estavam falando de um novo jogo de tiro bonito com heróis tão carismáticos quanto o de Overwatch, e foi aí que o desgosto começou. Muitos levados pela influência quase cultural que a Blizzard tem em seus jogos, logo viu o game como uma cópia, e iam apontando QUALQUER COISA que viam no jogo como uma cópia a Overwatch, mesmo Paladins tendo sido lançado antes (Houveram até rumores de que Paladins mudou seus personagens após o sucesso de Over, mas... rumores são sempre rumores). Como se já não bastasse toda essa confusão, dentro do já citado youtube, crescia consideravelmente o número de vídeos sobre este jogo, porém, nem todos de uma forma positiva, pois começávamos a ver iniciativas mais tóxicas destes produtores sobre o jogo. Alguns canais como Damianizando começaram a divulgar o jogo aqui no Brasil (tanto que eu e muitos dos meus amigos conheceram o jogo depois do vídeo dele), o que realmente ajudou o game a ter forças. O próprio "Damênes" em um de seus vídeos satirizou a treta com uma brincadeira envolvendo o Fernando, onde ele dizia algo como: "Isso aí que vocês falam que o jogo é cópia de Overwatch, é muito mentira" e logo em seguida abria o escudo do Fernando e se calando para dar ênfase a piada. Até aí tudo bem, dava para ver como uma brincadeira mesmo, afinal, o próprio produz um conteúdo humorístico, onde algo pode ser satirizado a qualquer momento, é algo que você está preparado para ver já conhecendo o canal. Porém, nem todo mundo viu dessa forma, ao invés de manter uma postura leve e cômica, as pessoas logo começaram a atacar o jogo de maneira tóxica.
Um exemplo deste comportamento em vídeos, pode ser encontrado com facilidade por aí, como no canal do Davy Jones, o Gameplayrj. Onde em vários dos seus vídeos, mesmo com a tentativa de trazer o público do jogo para seu canal, acabava diminuindo os personagens e as features do jogo, chamando por seus equivalentes em Overwatch. E sendo um canal de influência como ele é, foi o suficiente para separar aqueles que viram isso como algo feio, a aqueles que já estavam acostumados a não criticar mais o youtuber, engolindo já tudo que ele dizia. Logo, chegamos ao ponto atual, onde qualquer habilidade que parecesse mesmo que de maneira abstrata com outra, já era cópia na visão de muitos. Ótimos exemplos disso, são os personagens Makoa e Fernando, frequentemente usados como desculpas fundamentais para a acusação de cópia. Fernando como já citado anteriormente, possui um escudo que o impede de atacar, além de um dash para frente, muito similar ao que o Reinhardt usa em Over, porém, pelo próprio modelo do personagem, movimentação e até arma, qualquer um que já tenha explorado bem o jogo Smite, ou pelo menos já tenha tentado usar o personagem Ares, vai notar que o Fernando não passa de uma adaptação dele para um jogo de tiro (Tanto que o Fernando até possui uma skin de Ares no Paladins). O próximo provavelmente você vai acabar rindo. Mas o que as pessoas apontam no Makoa, é sua habilidade com a âncora, que é capaz de puxar o oponente para si, deixando ele paralisado por um tempo, muito semelhante ao Roadhog, certo? Até seria, se o Makoa não gritasse "Get over here!" quando usa aquilo. "Nossa, um personagem que atira uma coisa acorrentada e grita a frase do Scorpion de MK... será que é uma referência a Mortal Kombat? Nha! Com certeza é uma cópia de Overwatch". Se você conseguiu ter esse pensamento. Está na hora de você ir se tratar... tipo, agora.
Obviamente as comparações não param por aí, existe pessoas comparando o Viktor e suas habilidades hiper copiadas de over, as incríveis habilidades de CORRER e JOGAR UMA GRANADA! Pois um jogo de tiro não pode ter isso já que a Blizzard fez algo do tipo em um personagem do jogo dela. Acha que acabou? Existem pessoas chamando a Maeve de Guenji por ela ter duplo pulo, e conseguiram assimilar duas adagas sem carregamento com as Shurikens do Guenji... tipo, caras, vão se tratar, eu to falando sério mesmo. Procurem na farmácia dois remédios, o primeiro para combater a febre do fanboy, e a segunda para estimular a opinião própria, pois este mundo está precisando mais disso. Felizmente, este assunto vem sendo desmentido, apesar de ainda estar vivo como verdade no coração de alguns. Mais felizmente ainda, é só a parte babaca da fan base de Overwatch que pensa com unhas e dentes dessa forma, então, o mundo ainda tem salvação! Além disso, no já citado ninho da discórdia do Youtube, existem até mesmo canais que desmentem esse tipo de coisa, um exemplo bem atual que além de fazer diversas gameplays não desmerecidas do game, ainda faz vídeos sobre esse tipo de pensamento apontando as características de vários personagens, é o canal de ninguém mais ninguém menos que o streamer Serious Jogador, o TV Serious (Existem outros, mas se eu citar todos eu me sentiria o rei da propaganda, e isso não é legal).

Encerrando
Ufa! Essa postagem foi longa, e acredite ou não, foram três dias consecutivos para isso. 

-Have fun! -You Rock! -You Rock! -Yes!
Para quem procura um jogo gratuito e divertido que pode lhe proporcionar horas, dias, ou quem sabe um vida de gameplays. Possui um gameplay divertido, e mesmo no começo, tendo uma boa variedade de personagens (No momento em que essa postagem foi criada, há 23 personagens jogáveis, e este número obviamente vai crescer). Além de bonito o jogo consegue rodar em diferentes tipos de computadores, mesmo eles não sendo tão potentes assim. Já possuindo uma alpha fechada para os consoles, logo entrando para consoles de mesa caso seu PC seja tão horrível quanto o meu. Mesmo com suas diversas semelhanças com Overwatch, acaba que muito provavelmente ambos vieram de uma inspiração quase cópia de Team Fortress 2 (Você concordando com isso ou não, o jogo é sim bom o suficiente para que isso seja verdade), e mesmo assim, ambos possuem suas características próprias e podem ser igualmente aproveitados sem qualquer discriminação ou desmerecimento. Caso tenha se interessado, fica aqui o site do jogo para download!


Pessoinhas, foi isso, espero que tenham gostado deste postagem e do game, esta foi a maior postagem da história deste blog, mas mesmo assim, a qualidade dela ficou surpreendente! Se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre essa coisa, deixa ai nos comentários! Mas e aí, o que vocês acham? conhecem algum jogo que acham que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa ai nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

Paladins[Vale a Pena? #3]

Posted by Xandy1608

Olá pessoinhas! Que saudades de terminar um joguinho e sair com aquela sensação de "Ai meu Deus, eu tenho que fazer postagem sobre isso!", mas agora finalmente essa sensação voltou a meu ser, e com o jogo The Gray Garden, que é o novo alvo de recomendações hoje, então dá um play na musiquinha e vamos ao post!


The Gray Garden é um RPG indie que te fará shippar Deus com o Diabo, feito por Deep-sea Prisioner (Ou Mogeko), que sim, antes cite isso, é realmente o mesmo criador de Mogeko Castle, outro jogo que vive instalado nos "Mais vistos da semana" do blog, é até um pouco assustador na verdade... enfim.
A história do jogo é um tanto difícil de dizer sem spoilar tudo, o que você precisa saber, é que neste mundo, controlaremos a personagem Yosafire, uma demônio que vive em um mundo de paz onde demônios e anjos andam lado a lado sem nenhum tipo de preconceito ou rivalidade, e é no meio dessa vidinha bonita e pacífica que o jogo começa, mas pode ficar calmo, o jogo caminha sim para acontecimentos maiores... eu diria até maiores de mais. Bom, vamos a um fator que provavelmente será minha única reclamação sobre o jogo, a sua montagem. No inicio, eu estava achando o game chato para caramba, com todo aquele mar de inimigos fáceis e sem graça, com mapas enormes, até eu perceber que eu poderia ter ignorado 90% dos inimigos que eu poderia aproveitar bem melhor o jogo, fora também que muito facilmente se pegará pensando quando raios aquela trilha enorme de mapas vai acabar, então fica a dica, lute apenas um pouco, quando aparecer algum inimigo novo, derrote uns dois ou três e segue a vida ignorando o resto daqueles, é sério. O jogo vai sempre te avisar de uma forma ou de outra quando uma batalha mais acentuada for acontecer, então terá sempre tempo de se preparar, fora que o jogo é bem fácil.
Apesar de eu ter dito que falar muito da história pode ser um spoiler ferrado, eu já adianto  que o desenrolar dessa história é algo que provavelmente vai te deixar muito satisfeito. O jogo sabe bem te entregar algo legal, o  time cômico do game é ótimo, é bem o que esperar do criador de Mogeko Castle, certeza que dará boas risadas com o jogo, mesmo que nem todas as piadas acabe te agradando, afinal, humor é algo bem pessoal. Além da história, cada personagem é simplesmente um amorzinho, mesmo os ruins, você vai ver que são bem criativos e legais, mesmo que não goste do comportamento deles, vai conseguir facilmente perceber que eles são personagens bons, o que em muito jogo de RPG Maker, principalmente os de RPG mais raízes é bem raro de acontecer, o que é até um pouco estranho como de inicio mesmo o jogo te deixa até preocupado com os personagens de vez em quando, coisa que só pode ser sinal de que o game conseguiu te fazer simpatizar com alguém.
Bom, saindo agora dessa parte mais de história, desenvolvimento e personagens. Vamos as partes mais técnicas. The Gray Garden é um jogo bonito, isso é fato, mesmo com a limitação de cores do RPG Maker 2000 o jogo é bem colorido, o Pixel Art é muito bem feito, apesar de simples de vez em quando, você não terá problemas para identificar alguma coisa, fora que, quando eles necessitam de algo um pouco acima da média, eles conseguem sem penar tanto. Já as músicas não fazem feio, apesar de algumas vezes ficaram um pouquinho mal encaixadas, mas na maioria das vezes, entregam bem o proposto, minha única decepção pelas músicas desse jogo, foi realmente a música de batalha normal, que mais parece um tema de castelo vazio, mas... isso é detalhe.

Apenas finalizando, The Gray Garden é um ótimo jogo, se você procura algo pra passar o tempo, ou até pra dedicar um tempinho e explorar mais a fundo, com certeza eu te recomendaria este aqui. Se curtiu o já postado Mogeko Castle, esse jogo com  certeza vai te agradar, fora também as várias menções a Mogeko dentro de The Gray Garden. Vale lembrar que apesar do visual do jogo ser bonitinho, ele possui algumas cenas meio violentas e com uso até um pouco desnecessário de sangue (Apesar de algumas vezes serem mais por comédia mesmo). Mas se não tem problemas com isso, vai na fé, te dou certeza, o que te espera é bom!


Bom pessoal, é isso, espero que tenham gostado de mais este jogo de RPG Maker, se tem algo a acrescentar ou algo a dizer sobre o jogo, deixa ai nos comentários! Mas e então, o que vocês acham? conhecem algum game que vale a pena ser jogado e mencionado aqui? Deixa aí nos comentários que eu dou uma olhada, quem sabe ele não vire nosso próximo post!


You See!~

The Gray Garden[PT-BR]

Posted by Xandy1608

Jogo em Destaque!

Por tudo que já se perdeu [PT-BR]

Page Oficial e Twitter

Seguidores

Tecnologia do Blogger.

Copyright © Melhores Jogos News -Black Rock Shooter- Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan